Acabou de acabar o BlogCampPR. Não, eu não para Curitiba, infelizmente. Mas acompanhei via streamming. O audio não estava dos melhores, então tive que colocar fone de ouvido, o que causou algum desconforto, principalmente na hora das palmas e dos gritos.
Ao contrário do que aconteceu no BlogCampMG, pouca gente estava fazendo cobertura online, via twitter. Só que nós, espectadores, estávamos trocando muita mensagem por ele.
Na parte da manhã, começou com monetização. Eu já não aguentava mais esse assunto, então fui almoçar. Na volta, estavam rolando três salas com "cobertura de imprensa" e estava difícil acompanhar, dado que os assuntos estavam MUITO interessantes. Tive que fazer uma mega gambi para conseguir acompanhar tudo.
Só que lá pro meio da tarde, após o coffee break, os assuntos ficaram "menos interessantes". Mas ainda assim estavam bons. Só que o som piorou bastante e estava MUITO difícil de ouvir.
Para finalizar, todo mundo foi para o audório, para uma empresa mostrar o Super Trunfo dos Blogs (que, por sinal, não tem link para o Treta, idealizador da idéia), o calendário da playboy com as blogueiras famosas e sorteio de brindes.
Nessa hora, eu até apareci no telão, quando alguém espetou o notebook no datashow para mostrar o super trunfo. A minha mensagem era a primeira da lista no twitter, e tinha sido colocada 9 horas antes (ou seja, o cara não estava atualizando).
Mas o melhor ainda estava por vir. Na hora do sorteio dos brindes, o cara do sim, viral subiu no palco e começou a imitar o Silvio Santos. A imitação não parecia muito, mas estava MUITO engraçado. Eu estava rolado de rir. E como estava com o fone nos ouvidos, meus visinhos só escutavam as minhas risadas e não o motivo delas. No mínimo pensaram que estava drogado...
Acompanhar um blogcamp pela web não é a mesma coisa que ao vivo. Você não conhece as pessoas, não troca idéias, não conversa. É um mero espectador. Mas é sempre bom, para ver a idéia das outras pessoas, o que elas pensam, etc.
E o BlogCamp PR, neste quesito, deu um show no BlogCamp MG. As discussões foram muito melhores. Pelo menos as oficiais, porque as informais do MG também foram MUITO boas. Principalmente as dos botecos...
1 de dez. de 2007
Nerd²
Ao contrário do que aconteceu no blogcampMG, o blogcamp PR teve várias salas de discussão. E em cada sala, uma discussão diferente, uma melhor que a outra. Monetização não foi pauta (pelo menos até agora).
E como a transmissão via web no site não estava funcionando para mim, a solução era abrir no WMP direto. E para acompanhar todas as discussões de uma vez, só assim:
no notebook, sala 1 e este blog. No desktop, auditório e twitter.
E como o som estava baixo, ainda tive que colocar um fone em cada ouvido...
E como a transmissão via web no site não estava funcionando para mim, a solução era abrir no WMP direto. E para acompanhar todas as discussões de uma vez, só assim:
E como o som estava baixo, ainda tive que colocar um fone em cada ouvido...
Absolutamente Nerd
Puta que pariu, eu sou mais nerd que eu pensava. Acompanhando o BlogCampPR via video, na web!
Great Success
Ontem a noite, aproveitando que ia sair com meu carro, resolvi trocar a lanterna traseira que aquela maldita árvore que eu atropelei quebrou.
Se alguém falar que trocar uma lanterna traseira é fácil, não acredite. Quer dizer, a tarefa é bem simples, mas não quando a lanterna está quebrada e um pedaço dela prendeu na parte das lâmpadas.
Sim, porque não era como eu imaginava. Pra mim a lanterna vinha completa, era só tirar, desplugar o fio, plugar o fio na nova e prender no carro novamente. Mas não é bem assim (pelo menos no celta). E nem achei muito ruim ser assim, senão seria mais caro e as lâmpadas estão intactas.
No celta, existe um fio que encaixa numa plaquinha que contém as três lâmpadas (duas se for no lado esquerdo, já que só tem luz de ré do lado direito). A plaquinha encaixa na caixa plástica da lanterna e o conjunto fio + plaquinha + caixa plástica que é fixado no carro através de um parafuso e uma rosca porca de plástico.
O meu problema é que na colisão a plaquinha "entrou" na caixa plástica e não queria sair nem a porrete. Tentei tirar com cuidado, para não quebrar nada e não ter que gastar mais. Não rolou. Tentei girar, para tirar meio de lado. Também não deu. Tentei usar a chave do carro (a única "ferramenta" disponível na hora) como alavanca. Também nada.
Solução: usar a força. Reclocoquei a parte da plaquinha que já tinha descolado da caixa plástica e tentei tirar novamente, desta vez fazendo um pouco mais de força. Saiu. Mas na hora que fez "cleck", fiquei com o tuim na mão. Mas foi só as partes se soltando.
Encaixei a caixa plástica nova na plaquinha (sem maiores problemas) e o conjunto no carro. Simples, fácil e indolor (tirando a hora em que cortei meu dedo).
O único problema é que a árvore estava com muita raiva que eu a tinha atropelado e quando ela bateu no meu carro também amassou um pouco da tampa do porta malas e egora ele está "relando" na lanterna e fazendo um barulhinho bem chato...
Mas hoje eu resolvo isso com "ferramentas apropriadadas".....
Se alguém falar que trocar uma lanterna traseira é fácil, não acredite. Quer dizer, a tarefa é bem simples, mas não quando a lanterna está quebrada e um pedaço dela prendeu na parte das lâmpadas.
Sim, porque não era como eu imaginava. Pra mim a lanterna vinha completa, era só tirar, desplugar o fio, plugar o fio na nova e prender no carro novamente. Mas não é bem assim (pelo menos no celta). E nem achei muito ruim ser assim, senão seria mais caro e as lâmpadas estão intactas.
No celta, existe um fio que encaixa numa plaquinha que contém as três lâmpadas (duas se for no lado esquerdo, já que só tem luz de ré do lado direito). A plaquinha encaixa na caixa plástica da lanterna e o conjunto fio + plaquinha + caixa plástica que é fixado no carro através de um parafuso e uma rosca porca de plástico.
O meu problema é que na colisão a plaquinha "entrou" na caixa plástica e não queria sair nem a porrete. Tentei tirar com cuidado, para não quebrar nada e não ter que gastar mais. Não rolou. Tentei girar, para tirar meio de lado. Também não deu. Tentei usar a chave do carro (a única "ferramenta" disponível na hora) como alavanca. Também nada.
Solução: usar a força. Reclocoquei a parte da plaquinha que já tinha descolado da caixa plástica e tentei tirar novamente, desta vez fazendo um pouco mais de força. Saiu. Mas na hora que fez "cleck", fiquei com o tuim na mão. Mas foi só as partes se soltando.
Encaixei a caixa plástica nova na plaquinha (sem maiores problemas) e o conjunto no carro. Simples, fácil e indolor (tirando a hora em que cortei meu dedo).
O único problema é que a árvore estava com muita raiva que eu a tinha atropelado e quando ela bateu no meu carro também amassou um pouco da tampa do porta malas e egora ele está "relando" na lanterna e fazendo um barulhinho bem chato...
Mas hoje eu resolvo isso com "ferramentas apropriadadas".....
noitesSonhandoComAPlanilhaDe20MilLinhas++
Pela quarta noite consecutiva eu sonhei com a maldita planilha de 20 mil linhas.
Ah, eu tô maluco! Ah, eu tô maluco!
Ah, eu tô maluco! Ah, eu tô maluco!
Hoje Estou...
30 de nov. de 2007
Sexta, 17:37
e chegam os malditos dados que fiquei esperando o dia inteiro.
Aí vou olhá-los e vejo que não tem NADA do que eu preciso. Conversando com o cara que mandou os dados descobri que eles ainda não tem o que eu preciso e segunda-feira não estarão em BH.
Ou seja: na terça que eles vão levantar os dados que eu preciso. Sabe-se lá que horas vão me entregar isso. Isso porque eu "posso" trabalhar no fim de semana e eles não!
Lado bom: vou ter meu fim de semana.
Lado ruim: não vou dormir na terça.
Lado péssimo: vou ter que trabalhar no meu aniversário.
Ei, cliente, VAI TOMAR NO CU! Ei, Murphy, VAI TOMAR NO CU! Ei, empresa, VAI TOMAR NO CU! Sou eu, sou eu...sou eu, Esparroman, sou eu.... ATÉ MORRER!
Aí vou olhá-los e vejo que não tem NADA do que eu preciso. Conversando com o cara que mandou os dados descobri que eles ainda não tem o que eu preciso e segunda-feira não estarão em BH.
Ou seja: na terça que eles vão levantar os dados que eu preciso. Sabe-se lá que horas vão me entregar isso. Isso porque eu "posso" trabalhar no fim de semana e eles não!
Lado bom: vou ter meu fim de semana.
Lado ruim: não vou dormir na terça.
Lado péssimo: vou ter que trabalhar no meu aniversário.
Ei, cliente, VAI TOMAR NO CU! Ei, Murphy, VAI TOMAR NO CU! Ei, empresa, VAI TOMAR NO CU! Sou eu, sou eu...sou eu, Esparroman, sou eu.... ATÉ MORRER!
Nada de dados
Acabo de saber que os tais novos dados não serão enviados hoje.
Não sei se comemoro ou se choro...
Não sei se comemoro ou se choro...
Esparroman, não Superman
Que loucura! Um cara chegou no meu blog procurando por superman.
É cada uma que aparece....
É cada uma que aparece....
Calmaria antes da tempestade
Sexta-feira. 9 da matina. Estou sem p**** nenhuma para fazer. Mas sei que em algumas horas estarei trabalhando como um louco, arrancando os cabelos e xingando deus e o mundo por essa mudança em cima da hora. Mudança essa que fará com que eu refaça TODOS os cálculos que eu já fiz no projeto. Duas vezes. E dessa vez com muito menos tempo para fazer o trabalho.
Aí o aluno pergunta: "então por que você não começa a trabalhar agora e diminui o trabalho do fim de semana?". Simples: os cara da empresa ainda não enviaram os novos valores. Só avisaram que vão mudar.
Funciona mais ou menos assim: a diretoria pede mudanças. Uns dois dias depois, os gerentes fazem as mudanças. Mais dois dias e os subordinados mandam os números dessas mudanças. E só então eu posso começar a trabalhar.
Agora façamos as contas: Na quarta pela manhã um dos diretores falou que tinha uma chance acontecer alterações. Na verdade, ele já sabia que isso iria acontecer, mas não quis falar. Ou seja, a decisão foi na terça.
Ontem a tarde, um dos gerentes falou que os números iriam mudar. Ou seja: na terça o avisaram e ele fez as contas para passar aos subirdinados dele, o que aconteceu ontem a tarde.
Esses subordinados começaram a fazer as contas para saber o quanto ia precisar do que, para enviar para a gente. Essa conta demora uns dois dias, como eu disse. Ou seja: vou receber estes números, sendo MUITO otimista, hoje no fim da tarde. Se não for amanhã.
A reunião com a diretoria (que já estava marcada há muito tempo) é quarta-feira. Ou seja: tem que estar tudo pronto até terça na hora do almoço (incluindo apresentação), para passarmos para os gerentes.
Concluindo: eu terei da hora que eles me entregarem os números (provavelmente amanhã) até terça 8 da matina para fazer todos os cálculos. Cálculos estes que demorei duas semanas para fazer, INCLUINDO fins de semana. E na terça montarei a apresentação.
Lado bom: se essa previsão de reunião se mantiver, não trabalho no meu aniversário.
Lado ruim: estou fudido.......
Aí o aluno pergunta: "então por que você não começa a trabalhar agora e diminui o trabalho do fim de semana?". Simples: os cara da empresa ainda não enviaram os novos valores. Só avisaram que vão mudar.
Funciona mais ou menos assim: a diretoria pede mudanças. Uns dois dias depois, os gerentes fazem as mudanças. Mais dois dias e os subordinados mandam os números dessas mudanças. E só então eu posso começar a trabalhar.
Agora façamos as contas: Na quarta pela manhã um dos diretores falou que tinha uma chance acontecer alterações. Na verdade, ele já sabia que isso iria acontecer, mas não quis falar. Ou seja, a decisão foi na terça.
Ontem a tarde, um dos gerentes falou que os números iriam mudar. Ou seja: na terça o avisaram e ele fez as contas para passar aos subirdinados dele, o que aconteceu ontem a tarde.
Esses subordinados começaram a fazer as contas para saber o quanto ia precisar do que, para enviar para a gente. Essa conta demora uns dois dias, como eu disse. Ou seja: vou receber estes números, sendo MUITO otimista, hoje no fim da tarde. Se não for amanhã.
A reunião com a diretoria (que já estava marcada há muito tempo) é quarta-feira. Ou seja: tem que estar tudo pronto até terça na hora do almoço (incluindo apresentação), para passarmos para os gerentes.
Concluindo: eu terei da hora que eles me entregarem os números (provavelmente amanhã) até terça 8 da matina para fazer todos os cálculos. Cálculos estes que demorei duas semanas para fazer, INCLUINDO fins de semana. E na terça montarei a apresentação.
Lado bom: se essa previsão de reunião se mantiver, não trabalho no meu aniversário.
Lado ruim: estou fudido.......
Sonho (ou seria pesadelo?)
E pela terceira vez esta semana eu sonhei com a planilha de 20 mil linhas...
E acordei às 5 da manhã e não consegui dormir mais, de preocupação... Pelo menos hoje foi as 5. Foda foi terça, que foi as 2...........
E acordei às 5 da manhã e não consegui dormir mais, de preocupação... Pelo menos hoje foi as 5. Foda foi terça, que foi as 2...........
29 de nov. de 2007
Por UM voto
Putz, acabo de ficar sabendo que por UM voto entre os acionistas (ou quem manda) da minha empresa o encontro não será em FLORIANÓPOLIS e sim em Atibaia.
Filosofia sobre o trabalho
"Twittando" agora a pouco com uma pessoa, li a seguinte frase: "a gente nao pára nunca de trabalhar.. temos q mudar isso pelo menos de vez enquando". Ela disse isso quando reclamei do tanto que estou trabalhando, "excrusive" nos fins de semana e feriados.
Eu já vinha pensando nisso há algum tempo. Hoje em dia tem muita gente que virou escravo do trabalho. Sai de casa as 7:30 e só volta às 20:00 (e muitas vezes ainda liga o computador para trabalhar mais). O almoço, que devia ser de duas horas, dura uma (quando não é menos).
Eu mesmo estou caindo nessa rotina, muitas vezes sem preceber. E eu não era assim. Antes, eu ia pra casa e "desligava" do trabalho. Hoje, não estou mais assim. Chego em casa pensando em números, nas coisas que eu tenho que fazer, nas metas não alcançadas...
Esse aumento de trabalho e de preocupação tem alguns motivos (para todo mundo). Dificuldade de arrumar emprego em algumas áreas, prazos muito curtos, ganância das empresas que querem faturar a qualquer custo, sem pensar nos funcionários, clientes que se acham deuses e empresas que aceitam esse tipo de atitude....
Tudo bem, o mercado hoje está muito mais competitivo e um dia que você atrase para implantar um serviço novo é um dia que seu concorrente está ganhando seus clientes. E menos clientes implica menos faturamento. E menos faturamento implica em menos emprego. E se você não quiser fazer, tem gente que faz.
E aí eu me pergunto: será que vale a pena viver esta vida? Trabalhar 12 horas por dia e achar normal, falar com as pessoas que "hoje em dia é assim" e simplesmente aceitar o fato sem nem discutir com o seu empregador?
Se você estiver ganhando hora extra (ou banco de horas), pelo menos o "prejuízo" é menor. Quer dizer, menor mais ou menos, porque muitas vezes você deixa se encontar seus amigos, divertir... Você poderia conhecer a mulher da sua vida nessa "saída" (veja o comentário do Primo).
Mas e no meu caso, que não ganho um centavo pelos fins de semana, feriados e noites em que trabalho?? O prejuízo é muito maior! Além da parte financeira e da parte social, ainda tem a parte profissional. Acho que não é o meu caso, mas tem muito chefe por aí que não leva isso em consideração e muito menos reporta à empresa o sacrifício que nós estamos fazendo.
Sinceramente eu estou muito decepcionado com a vida que estou levando. Tá certo, se eu tivesse banco de horas ou recebesse hora extra, estaria fudido no começo do ano (apesar de que não foi culpa minha ter ficado parado), mas mesmo assim, uma empresa que presa pelo planejamento, como a minha, deveria ser a melhor do mundo em fazer gerenciamento dos próprios projetos.
O que eu estou fazendo nesses últimos 2 meses (lembrando que fiz DUAS vezes) normalmente se faz em três, quatro meses. E tudo porque o cliente comprou o projeto em cima da hora. E como "não dá para negar dinheiro", vem o trouxa aqui virar a noite para fazer um bom trabalho.
Antes que perguntem: eu adoro o meu trabalho. Mas quando é feito da forma correta, com prazos corretos e sem clientes que mudam tudo a toda hora. No meu outro projeto de BH, que era o mesmo produto, estava tudo MUITO bem. Já no de PG, foi tudo corrido, mas nada parecido como esse.
Lá, trabalhei até mais tarde vários dias, mas em NENHUM fim de semana tive que ligar o computador para trabalhar. Chegava no hotel e até ligava o computador, mas na maioria das vezes para entrar na internet.
Eu sei que a vida de consultor é assim. E já sabia quando entrei na empresa. Mas naquela época (sim, eu sei que tem menos de um ano e meio), era tudo diferente. Os salários eram realmente compensadores (apesar de dinheiro não ser tudo na vida), você tinha um espectativa de crescimento muito maior, mais autonomia... E no meio do caminho mudaram as regras do jogo.
Mas tudo bem, pelo menos tem um lado positivo. Estou aprendendo MUITO. Não só na parte profissional, mas também na pessoal. Passei a me controlar mais, pensar antes de falar, tomar cuidado com ações que tomo... Só esse conhecimento gerencial e de mim já valeu a pena.
Não sei se quero isso para o resto da minha vida. E o problema é que já tive experiência em escritório, todo dia no mesmo lugar, com as mesmas pessoas e fazendo a mesma coisa e também não gostei. Foi um dos motivos pelo qual migrei para a consultoria, que cada dia está em um lugar diferente.
Não, não vou sair do meu emprego. Pelo menos não por enquanto (a menos que eu seja "saído" da empresa). Ainda tenho muito o que aprender. E tenho esperança de pegar um projeto melhor, num cliente melhor.
Enquanto isso, vou ralando e reclamando....
Eu já vinha pensando nisso há algum tempo. Hoje em dia tem muita gente que virou escravo do trabalho. Sai de casa as 7:30 e só volta às 20:00 (e muitas vezes ainda liga o computador para trabalhar mais). O almoço, que devia ser de duas horas, dura uma (quando não é menos).
Eu mesmo estou caindo nessa rotina, muitas vezes sem preceber. E eu não era assim. Antes, eu ia pra casa e "desligava" do trabalho. Hoje, não estou mais assim. Chego em casa pensando em números, nas coisas que eu tenho que fazer, nas metas não alcançadas...
Esse aumento de trabalho e de preocupação tem alguns motivos (para todo mundo). Dificuldade de arrumar emprego em algumas áreas, prazos muito curtos, ganância das empresas que querem faturar a qualquer custo, sem pensar nos funcionários, clientes que se acham deuses e empresas que aceitam esse tipo de atitude....
Tudo bem, o mercado hoje está muito mais competitivo e um dia que você atrase para implantar um serviço novo é um dia que seu concorrente está ganhando seus clientes. E menos clientes implica menos faturamento. E menos faturamento implica em menos emprego. E se você não quiser fazer, tem gente que faz.
E aí eu me pergunto: será que vale a pena viver esta vida? Trabalhar 12 horas por dia e achar normal, falar com as pessoas que "hoje em dia é assim" e simplesmente aceitar o fato sem nem discutir com o seu empregador?
Se você estiver ganhando hora extra (ou banco de horas), pelo menos o "prejuízo" é menor. Quer dizer, menor mais ou menos, porque muitas vezes você deixa se encontar seus amigos, divertir... Você poderia conhecer a mulher da sua vida nessa "saída" (veja o comentário do Primo).
Mas e no meu caso, que não ganho um centavo pelos fins de semana, feriados e noites em que trabalho?? O prejuízo é muito maior! Além da parte financeira e da parte social, ainda tem a parte profissional. Acho que não é o meu caso, mas tem muito chefe por aí que não leva isso em consideração e muito menos reporta à empresa o sacrifício que nós estamos fazendo.
Sinceramente eu estou muito decepcionado com a vida que estou levando. Tá certo, se eu tivesse banco de horas ou recebesse hora extra, estaria fudido no começo do ano (apesar de que não foi culpa minha ter ficado parado), mas mesmo assim, uma empresa que presa pelo planejamento, como a minha, deveria ser a melhor do mundo em fazer gerenciamento dos próprios projetos.
O que eu estou fazendo nesses últimos 2 meses (lembrando que fiz DUAS vezes) normalmente se faz em três, quatro meses. E tudo porque o cliente comprou o projeto em cima da hora. E como "não dá para negar dinheiro", vem o trouxa aqui virar a noite para fazer um bom trabalho.
Antes que perguntem: eu adoro o meu trabalho. Mas quando é feito da forma correta, com prazos corretos e sem clientes que mudam tudo a toda hora. No meu outro projeto de BH, que era o mesmo produto, estava tudo MUITO bem. Já no de PG, foi tudo corrido, mas nada parecido como esse.
Lá, trabalhei até mais tarde vários dias, mas em NENHUM fim de semana tive que ligar o computador para trabalhar. Chegava no hotel e até ligava o computador, mas na maioria das vezes para entrar na internet.
Eu sei que a vida de consultor é assim. E já sabia quando entrei na empresa. Mas naquela época (sim, eu sei que tem menos de um ano e meio), era tudo diferente. Os salários eram realmente compensadores (apesar de dinheiro não ser tudo na vida), você tinha um espectativa de crescimento muito maior, mais autonomia... E no meio do caminho mudaram as regras do jogo.
Mas tudo bem, pelo menos tem um lado positivo. Estou aprendendo MUITO. Não só na parte profissional, mas também na pessoal. Passei a me controlar mais, pensar antes de falar, tomar cuidado com ações que tomo... Só esse conhecimento gerencial e de mim já valeu a pena.
Não sei se quero isso para o resto da minha vida. E o problema é que já tive experiência em escritório, todo dia no mesmo lugar, com as mesmas pessoas e fazendo a mesma coisa e também não gostei. Foi um dos motivos pelo qual migrei para a consultoria, que cada dia está em um lugar diferente.
Não, não vou sair do meu emprego. Pelo menos não por enquanto (a menos que eu seja "saído" da empresa). Ainda tenho muito o que aprender. E tenho esperança de pegar um projeto melhor, num cliente melhor.
Enquanto isso, vou ralando e reclamando....
Retrabalho, retrabalho e mais retrabalho
Eu estou muito, mas MUITO perto de mandar alguém aqui da empresa tomar no cu e aprender a fazer previsão de produção.
Já é a TERCEIRA vez que jogo fora o trabalho de duas semanas porque eles mudam a previsão. Em menos de dois meses. Eu tava levando numa boa, mas essa última mudança fará com que eu passe o fim de semana do meu aniversário trabalhando insanamente.
Eu nunca tinha falado isso antes, para nenhuma empresa que trabalhei, mas EU ODEIO ESSE CLIENTE!
Já é a TERCEIRA vez que jogo fora o trabalho de duas semanas porque eles mudam a previsão. Em menos de dois meses. Eu tava levando numa boa, mas essa última mudança fará com que eu passe o fim de semana do meu aniversário trabalhando insanamente.
Eu nunca tinha falado isso antes, para nenhuma empresa que trabalhei, mas EU ODEIO ESSE CLIENTE!
Rapidinhas
Quinta-feira, 10 da matina e eu já estou morto. Esse projeto está me matando... Sem tempo pra quase nada, dormindo pouco e mal... Mas enquanto a maldita planilha de 20 mil linhas e lotada de fórmulas calcula os valores, vou postado aos poucos (via fatos rápidos) muitas coisas que queria falar desde segunda...
- Ontem foi o dia de encontrar pessoas que não via há muito tempo. Vindo para o trabalho, uma menina que trabalhou comigo em outro projeto e um cara que estudou comigo no colégio. A noite, uma ex-namorada de um amigo e mais a noite o pessoal da minha sala da faculdade;
- Um dos caras da facudade, aliás, comprou um iphone. Fiquei brincando com o bicho e gostei bastante. Fora que é MUITO bonito:
- O SC trouxe uma cerveja da bélgica pra gente. Coloquei na geladeira, mas ainda não bebi. Segundo ele, é a melhor que ele já bebeu (mas a graduação alcoólica é "baixa": 4,9%
- Falando em SC, ontem teve agressão gratuita: estava eu trabalhando freneticamente quando ele coloca a mão na frente da minha tela (escondendo das meninas) e me mostra o dedo. Do nada. E sem nenhum motivo. Olhei pra ele e ele começou a rir. Já tá todo mundo maluco na equipe;
- A empresa-cliente tem um jornal interno. O desse mês tem uma reportagem sobre o nosso projeto. E lógico que colocaram foto nossa;
- C2 ganhou mais uns dias no nosso projeto, mas já está escalada para outro projeto. E já sabe onde é. Eu, que saio no mesmo dia que ela, não faço a menor idéia;
- O SC me deu feedback. No geral, positivo, mas ele falou a mesma coisa que eu já tinha ouvido antes: eu sou muito fechado/calado nos primeiros dias. E isso pode atrapalhar a minha carreira;
- Minha irmã vem para o Brasil semana que vem, mas ninguém sabe que dia ela chega;
- Aliás, semana que vem é meu aniversário. Espero não ter que trabalhar no sábado novamente;
- O Twitter é um ótimo passatempo enquanto a maldita planilha calcula os valores (sim, eu desabilitei o cálculo automático);
- Hoje eu vou trocar a minha lanterna quebrada. Vai ser parecido com os filmes do gordo e o magro (ou seria dos três patetas?);
- Eu quero MUITO um fim de semana em estado torpor;
- Definitivamente não sou uma pessoa fashion. Hoje, vindo para o trabalho, vi uma menina na rua. Ela estava com uma blusa roxa com desenhos "tribais", uma calça jeans e havaianas, da mesma cor da blusa e também com desenhos tribais. Tentei tirar uma foto, mas nós dois estávamos e movimento e tudo o que saiu foi isso:
- Trabalhar numa planilha compartilhada é um saco. Toda hora da conflito...
27 de nov. de 2007
Molhou
Ontem eu tomei tanta água que, mesmo com guarda-chuva, a única parte do meu corpo que não molhou foi o topo da cabeça. Da orelha pra baixo molhou TUDO.
Sorte que a minha pasta é a prova d'água, senão meu notebook tinha ido pras cucuias.
Se bem que eu tenho Dell Complete Care...
E hoje, como meu sapato ainda estava ensopado, tive que pegar um outro da época da oitava série (sim, eu tenho mais de um sapato, mas não sou fashion igual meu chefe e não queria vir de calça verde e sapato marrom).
Conclusão que cheguei: eu não cresci um centímetro, mas meu pé cresceu...
Sorte que a minha pasta é a prova d'água, senão meu notebook tinha ido pras cucuias.
Se bem que eu tenho Dell Complete Care...
E hoje, como meu sapato ainda estava ensopado, tive que pegar um outro da época da oitava série (sim, eu tenho mais de um sapato, mas não sou fashion igual meu chefe e não queria vir de calça verde e sapato marrom).
Conclusão que cheguei: eu não cresci um centímetro, mas meu pé cresceu...
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