Cheguei de viagem morto, doido para deitar na minha querida cama e dormir como não dormia há uma semana. Entro no meu quarto e a minha cama estava coberta com as minhas roupas. Todas. Fui perguntar pro Véio o que aconteceu.
Segundo ele, quando ele foi fechar a porta do meu armário, que larguei aberta quando fui viajar, ele sentiu cheiro de mofo. Resolveu tirar tudo e ver o que tinha acontecido. Meu armário estava todo mofado, e as minhas roupas bastante umidas.
Ele tirou as roupas do armário, fez uma super limpeza e deixou as roupas secando em cima da minha cama. Aí lá fui eu guardar toda a minha roupa para poder dormir. Não sabia que tinha tanta roupa...
15 de fev. de 2011
14 de fev. de 2011
Esparroman Foi: Butequim da esquina
Ainda na onda dos bares que eu fui que sumiram as fotos do meu celular, temos o Butequim da Esquina. O bar fica na Vitório Marçola e é razoavelmente grande. Dá uma olhada na cara dele, graças ao Google Street View:

É um boteco mais arrumadinho e bem frequentado. O atendimento é meio fraquinho. Mesmo quando estava bem vazio o garçom não olhava para a nossa mesa com muita frequência. Pelo menos não piorou depois que encheu (e enche MESMO). A cerveja de garrafa não é das mais baratas (R$ 4,50, oelo que me lembro), mas acho que eu que fiquei muito tempo sem beber, porque todos os lugares que fui estão nessa faixa.
A comida é tipicamente mineira: bem gordurosa. Neste dia pedimos frango a passarinho (bom), torresmo (muito bom) e provolone pachá (EXCELENTE). A porção é bem servida e o preço não é dos mais caros. O provolone é realmente de babar e acho que foi o mais barato dos 3 pratos.
A proporção homem/mulher é 60/40. Tem bem mais homem que mulher, apesar de algumas mesas somente com mulher. O pessoal é mais arrumadinho, mas não chega a ser aquele povo fresco.
O banheiro é maromenos. São 2 casinhas e 3 mictórios, salvo engano. Não é um espetáculo de limpeza, mas também não é nojento. Só fui uma vez, mais ou menos no meio da noite, então não sei se piora mais pro final.
Estacionar, se você chega depois de 8 da noite, é um inferno. Essa também é uma daquelas áreas com 400 lugares restaurantes/bares. Eu parei tranquilo, porque cheguei cedo.
A conta, no fim da noite, foi meio alta, mas bebemos um bocado e comemos muito também. Mas como aceita cartão de crédito, joguei o problema para este mês, hehe.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
É um boteco mais arrumadinho e bem frequentado. O atendimento é meio fraquinho. Mesmo quando estava bem vazio o garçom não olhava para a nossa mesa com muita frequência. Pelo menos não piorou depois que encheu (e enche MESMO). A cerveja de garrafa não é das mais baratas (R$ 4,50, oelo que me lembro), mas acho que eu que fiquei muito tempo sem beber, porque todos os lugares que fui estão nessa faixa.
A comida é tipicamente mineira: bem gordurosa. Neste dia pedimos frango a passarinho (bom), torresmo (muito bom) e provolone pachá (EXCELENTE). A porção é bem servida e o preço não é dos mais caros. O provolone é realmente de babar e acho que foi o mais barato dos 3 pratos.
A proporção homem/mulher é 60/40. Tem bem mais homem que mulher, apesar de algumas mesas somente com mulher. O pessoal é mais arrumadinho, mas não chega a ser aquele povo fresco.
O banheiro é maromenos. São 2 casinhas e 3 mictórios, salvo engano. Não é um espetáculo de limpeza, mas também não é nojento. Só fui uma vez, mais ou menos no meio da noite, então não sei se piora mais pro final.
Estacionar, se você chega depois de 8 da noite, é um inferno. Essa também é uma daquelas áreas com 400 lugares restaurantes/bares. Eu parei tranquilo, porque cheguei cedo.
A conta, no fim da noite, foi meio alta, mas bebemos um bocado e comemos muito também. Mas como aceita cartão de crédito, joguei o problema para este mês, hehe.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
13 de fev. de 2011
Achado do ano
Estava eu passeando no shopps de Manaus com o pessoal da minha equipe (que nunca tinha ido pra selva) quando nos deparamos com uma Saraiva Mega Store. É, sem dúvida, a maior e mais bonita livraria que já entrei. E, óbvio, a mais cara. Tudo que eu olhava era absurdamente caro: jogos de PS3 a 200 ronaldos, netbooks a 1500, wii por 1000....
Os livros também não eram as coisas mais baratas do mundo, mas para dar aquela folheada tava de boa. Dei uma rodada boa, fucei daqui, olhei dali, brinquei com um iPad (que continuo achando inútil)... Quando cansei, fui procurar o pessoal. Encontrei meu chefe estava folheando um livro de guerra.
O livro era bem bonitão: todo colorido, cheio de fotos, papel anti amarelamento, capa dura, grandão e importado. Além, lógico, do assunto ser legal. "Comprai, chefe. Deve ser barato, uns 300 reais.", disse. Ele deu uma gargalhada, mas resolveu ver o preço.
Passamos o livro no leitor e assustamos. Estava mostrando na tela R$ 46,50. Não acreditamos. Fomos lá na pilha de livros, pegamos outro e voltamos a ver o preço. Era a mesa coisa. "Vou comprar", falei, ainda não acreditando naquilo. Todos os outros livros, por mais vagabundos que fossem, estavam mais de 30 conto. Tinha algo errado.
Voltei na pilha para pegar um livro do fundo, menos folheado. No meio deles achei um outro, só sobre avião. Fui lá olhar o preço e estava a mesma coisa. "Vou comprar também!", falei. Ainda abismado, comecei a procurar a pegadinha: páginas faltando, rasgadas, má impressão.... Não achei. Mas achei o preço na gringa: 20 libras. MUITO mais caro do que os 46 ronaldos, ainda mais depois do imposto.
Mostrei os livros pro Véio e falei "chuta quanto custou.". Ele falou "Ah, um livro desses não custa menos de 150, 200 reais". Quando falei o preço, ele também não acreditou. E o melhor é que ainda dividi em 3 vezes sem juros.
Só pode ser culpa do estagiário, que digitou um zero a menos.
Fato é que agora eu não preciso mais colocar meus livros de controle e de redes na mesa de centro da sala (quando tiver uma). Olha só o que vai ficar:


Os livros também não eram as coisas mais baratas do mundo, mas para dar aquela folheada tava de boa. Dei uma rodada boa, fucei daqui, olhei dali, brinquei com um iPad (que continuo achando inútil)... Quando cansei, fui procurar o pessoal. Encontrei meu chefe estava folheando um livro de guerra.
O livro era bem bonitão: todo colorido, cheio de fotos, papel anti amarelamento, capa dura, grandão e importado. Além, lógico, do assunto ser legal. "Comprai, chefe. Deve ser barato, uns 300 reais.", disse. Ele deu uma gargalhada, mas resolveu ver o preço.
Passamos o livro no leitor e assustamos. Estava mostrando na tela R$ 46,50. Não acreditamos. Fomos lá na pilha de livros, pegamos outro e voltamos a ver o preço. Era a mesa coisa. "Vou comprar", falei, ainda não acreditando naquilo. Todos os outros livros, por mais vagabundos que fossem, estavam mais de 30 conto. Tinha algo errado.
Voltei na pilha para pegar um livro do fundo, menos folheado. No meio deles achei um outro, só sobre avião. Fui lá olhar o preço e estava a mesma coisa. "Vou comprar também!", falei. Ainda abismado, comecei a procurar a pegadinha: páginas faltando, rasgadas, má impressão.... Não achei. Mas achei o preço na gringa: 20 libras. MUITO mais caro do que os 46 ronaldos, ainda mais depois do imposto.
Mostrei os livros pro Véio e falei "chuta quanto custou.". Ele falou "Ah, um livro desses não custa menos de 150, 200 reais". Quando falei o preço, ele também não acreditou. E o melhor é que ainda dividi em 3 vezes sem juros.
Só pode ser culpa do estagiário, que digitou um zero a menos.
Fato é que agora eu não preciso mais colocar meus livros de controle e de redes na mesa de centro da sala (quando tiver uma). Olha só o que vai ficar:


12 de fev. de 2011
Sucesso total
Estava eu em Manaus, quase arrancando os cabelos por causa dos meus projetos, quando recebo um email do Véio. Era mais ou menos assim:
Ou seja: sou gordenho, mas sou saudável. E agora posso ficar mais uns 2 anos sem fazer exame.
"Peguei os seus exames. Por incrível que pareça, estão excelentes"
Ou seja: sou gordenho, mas sou saudável. E agora posso ficar mais uns 2 anos sem fazer exame.
9 de fev. de 2011
Técnica do supermercado
Ainda na onda da economia para os pobres coitados que têm vale coxinha da empresa ou são mão de vaca como eu, temos mais uma técnica de sobrevivência, mas antes uma dica: NUNCA coma no restaurante do hotel. Será, sem dúvida, a opção mais cara e menos farta. Em alguns casos (como no Sonesta de Brasília) você passará raiva e fome.
A técnica do supermercado é simples: no primeiro dia que você chegar na cidade em que ficará hospedado procure o supermercado mais perto do seu hotel e faça a festa. O que comprar depende de cada um e das facilidades que o seu quarto de hotel dispõe, mas eu tenho algumas coisas infalíveis:
Para quartos sem frigobar (se é que ainda existe):
- Água (de preferência a de 2 litros);
- Pão (dê preferência ao de forma, que vem mais quantidade por um preço justo);
- Manteiga (que, querendo ou não, sobrevive fora da geladeira);
- Algum queijo que aguente alguns dias fora da geladeira;
- Sucos de caixinha (tem que tomar suco quente);
- Cup Noodles (desde que o hotel possa te fornecer água quente);
- Biscoitos diversos;
- Frutas que podem ficar fora da geladeira, como Banana;
- Tomate e outros legumes que não precisam de geladeira nem de fogo.
Com isso aí você consegue lanchar a noite numa boa e não gasta muito dinheiro.
Para quartos com frigobar:
Além das coisas citadas acima, substituindo, lógico, por opções que podem ficar na geladeira, temos mais algumas opções:
- Presunto, mortadela ou algum outro frio para rechear seu sanduba;
- Refrigerante (para quem gosta);
- Margarina, requeijão ou cream cheese (tudo light, pra não engordar muito);
- Iogurte;
- Alface e outros legumes que você puder comer sem ferver;
- Frutas que precisam de geladeira.
Para quartos com microondas (além do frigobar):
Aí, amigão, o céu (e o seu reembolso/dinheiro) é o limite. Você tirou a sorte grande. Tem opção a rodo, como:
- Pratos congelados (lasanha, pratos prontos, pizzas, etc);
- Cup Noodles (você ferve a água no Microondas);
- Salsicha para fazer aquele dogão;
- Hamburguer, para completar o seu sandubão (não fica 100%, mas quebra um galho);
- Batata frita/palha.
Aí o aluno pergunta: "beleza, eu comprei a comida. Como prepará-la?". Algumas opções:
- Pedir pratos e talheres emprestados no hotel. Normalmente eles não cobram por isso;
- Comprar pratos e talheres de plástico no supermercado;
- Levar pratos e talheres de casa;
- Pegar "emprestado" de restaurantes, o que eu não recomendo.
Uma opção para não ter que ficar pedindo/comprando utensílios todo dia é, após usar, lavar na pia do banheiro (ou, se você tiver essa sorte, na cozinha do quarto) e esconder os utensílios. Se você deixar a mostra as arrumadeiras vão levar embora. No último dia você deixa a mostra no quarto e está tudo resolvido. Eu fiz isso em BSB.
Uma outra dica boa é para quem tem realmente vale coxinha: no primeiro dia, compre apenas os itens básicos, tipo pão de forma (pra "durar" mais tempo), manteiga e suco. Nesse dia você passará um pouco de raiva. Nos dias seguintes você vai comprando o recheio. Na minha época de BSB, depois de um mês meu frigobar tinha mais comida que a minha casa.
Além de ser mais saudável, economiza bem. E você pode se dar ao luxo de gastar a diária de uma noite comprando quitutes para a sua namorada, que te espera pacientemente durante uma semana (ou 15 dias, como era meu caso). Todo mundo fica feliz.
A técnica do supermercado é simples: no primeiro dia que você chegar na cidade em que ficará hospedado procure o supermercado mais perto do seu hotel e faça a festa. O que comprar depende de cada um e das facilidades que o seu quarto de hotel dispõe, mas eu tenho algumas coisas infalíveis:
Para quartos sem frigobar (se é que ainda existe):
- Água (de preferência a de 2 litros);
- Pão (dê preferência ao de forma, que vem mais quantidade por um preço justo);
- Manteiga (que, querendo ou não, sobrevive fora da geladeira);
- Algum queijo que aguente alguns dias fora da geladeira;
- Sucos de caixinha (tem que tomar suco quente);
- Cup Noodles (desde que o hotel possa te fornecer água quente);
- Biscoitos diversos;
- Frutas que podem ficar fora da geladeira, como Banana;
- Tomate e outros legumes que não precisam de geladeira nem de fogo.
Com isso aí você consegue lanchar a noite numa boa e não gasta muito dinheiro.
Para quartos com frigobar:
Além das coisas citadas acima, substituindo, lógico, por opções que podem ficar na geladeira, temos mais algumas opções:
- Presunto, mortadela ou algum outro frio para rechear seu sanduba;
- Refrigerante (para quem gosta);
- Margarina, requeijão ou cream cheese (tudo light, pra não engordar muito);
- Iogurte;
- Alface e outros legumes que você puder comer sem ferver;
- Frutas que precisam de geladeira.
Para quartos com microondas (além do frigobar):
Aí, amigão, o céu (e o seu reembolso/dinheiro) é o limite. Você tirou a sorte grande. Tem opção a rodo, como:
- Pratos congelados (lasanha, pratos prontos, pizzas, etc);
- Cup Noodles (você ferve a água no Microondas);
- Salsicha para fazer aquele dogão;
- Hamburguer, para completar o seu sandubão (não fica 100%, mas quebra um galho);
- Batata frita/palha.
Aí o aluno pergunta: "beleza, eu comprei a comida. Como prepará-la?". Algumas opções:
- Pedir pratos e talheres emprestados no hotel. Normalmente eles não cobram por isso;
- Comprar pratos e talheres de plástico no supermercado;
- Levar pratos e talheres de casa;
- Pegar "emprestado" de restaurantes, o que eu não recomendo.
Uma opção para não ter que ficar pedindo/comprando utensílios todo dia é, após usar, lavar na pia do banheiro (ou, se você tiver essa sorte, na cozinha do quarto) e esconder os utensílios. Se você deixar a mostra as arrumadeiras vão levar embora. No último dia você deixa a mostra no quarto e está tudo resolvido. Eu fiz isso em BSB.
Uma outra dica boa é para quem tem realmente vale coxinha: no primeiro dia, compre apenas os itens básicos, tipo pão de forma (pra "durar" mais tempo), manteiga e suco. Nesse dia você passará um pouco de raiva. Nos dias seguintes você vai comprando o recheio. Na minha época de BSB, depois de um mês meu frigobar tinha mais comida que a minha casa.
Além de ser mais saudável, economiza bem. E você pode se dar ao luxo de gastar a diária de uma noite comprando quitutes para a sua namorada, que te espera pacientemente durante uma semana (ou 15 dias, como era meu caso). Todo mundo fica feliz.
8 de fev. de 2011
Minha inveja de São Paulo
Eu NUNCA gostei de São Paulo. Cidade muito grande, com muito trânsito, muita gente, muita poluição... Os poucos dias que passava lá por ano quando era moleque me traumatizaram (assim como o Rio, cidade da outra metade da minha família). E apesar de todo mundo que vai pra Sampa dizer que a cidade é ótima, eu não me convencia. Eu naõ trocaria BH por aquele caos.
De uns tempos pra cá, no entanto, eu comecei a ter inveja da cidade. Começou quando, ao ouvir o programa do post da semana passada, chegar à conclusão que BH é uma merda para quem gsota de Rock. São Paulo tem VÁRIAS rádios que tocam só Rock (assim como Liberty City) e, em muitos casos, programas com gente muito foda apresentando. Tem uns até com gente famosa, como Nasi, do Ira.
Quando, eu te pergunto, BH vai ter a presença constante de alguém famoso em um programa de música? NUNCA! Temos várias bandas famosas que saíram das montanhas de BH e que quando vâo a um programa de uma rádio mineira são consideradas presenças ilustres. Isso é vergonhoso.
Outro ponto que me deixou com inveja foi quando, ao ouvir o tal programa, fiquei com vontade de ir a um show bater cabeça, em pleno fim de semana, e não consegui encontrar UM LUGAR que tivesse um show de metal. Aí fui procurar informações com um amigo que é do mundo underground e ele me falou que eu não achei porque não existe. O ÚNICO lugar que tem show assim, e de vez em quando, é o Matrix. Em Sâo Paulo existem dezenas de lugares assim.
Isso sem contar os grandes shows. As bandas grandes não vem pra BH, primeiro porque não tem lugar e depois porque não tem público. Em dezenas de shows gringos que fui com Ex-Xuxu conto nos dedos de uma mão os que estavam cheios. O mis cheio que eu já fui, acreditem ou não, foi o da Rita Lee. Nem Dream Theather, nem Helloween, nem outra banda grande. A exceção foi o show do Iron Maiden, que, me contaram pois eu estava em BSB, não cabia mais ninguém. E foi numa quinta.
É triste pensar nisso e saber que demorará muito até BH chegar ao nível de São Paulo, mas aí eu lembro de Sampa e tudo passa rapidinho.
De uns tempos pra cá, no entanto, eu comecei a ter inveja da cidade. Começou quando, ao ouvir o programa do post da semana passada, chegar à conclusão que BH é uma merda para quem gsota de Rock. São Paulo tem VÁRIAS rádios que tocam só Rock (assim como Liberty City) e, em muitos casos, programas com gente muito foda apresentando. Tem uns até com gente famosa, como Nasi, do Ira.
Quando, eu te pergunto, BH vai ter a presença constante de alguém famoso em um programa de música? NUNCA! Temos várias bandas famosas que saíram das montanhas de BH e que quando vâo a um programa de uma rádio mineira são consideradas presenças ilustres. Isso é vergonhoso.
Outro ponto que me deixou com inveja foi quando, ao ouvir o tal programa, fiquei com vontade de ir a um show bater cabeça, em pleno fim de semana, e não consegui encontrar UM LUGAR que tivesse um show de metal. Aí fui procurar informações com um amigo que é do mundo underground e ele me falou que eu não achei porque não existe. O ÚNICO lugar que tem show assim, e de vez em quando, é o Matrix. Em Sâo Paulo existem dezenas de lugares assim.
Isso sem contar os grandes shows. As bandas grandes não vem pra BH, primeiro porque não tem lugar e depois porque não tem público. Em dezenas de shows gringos que fui com Ex-Xuxu conto nos dedos de uma mão os que estavam cheios. O mis cheio que eu já fui, acreditem ou não, foi o da Rita Lee. Nem Dream Theather, nem Helloween, nem outra banda grande. A exceção foi o show do Iron Maiden, que, me contaram pois eu estava em BSB, não cabia mais ninguém. E foi numa quinta.
É triste pensar nisso e saber que demorará muito até BH chegar ao nível de São Paulo, mas aí eu lembro de Sampa e tudo passa rapidinho.
7 de fev. de 2011
Esparroman Foi: Bar da Neca
Apesar de ser muito perto da minha casa, eu nunca havia ido ao Bar da Neca. Primeiro porque está sempre cheio e segundo porque eu achava que era caro. Só que o pessoal do período antes do meu na faculdade resolveu marcar um encontro lá. Eu, como já estava de saco cheio de trabalhar, resolvi ir.
O lugar não é dos maiores, apesar de ser bem comprido. Perdi as fotos, mas graças ao Google Street View a gente consegue ver o lugar (crica pra ampliar):

São todas essas portinhas, mais o deck do lado de fora e parte do passeio. O problema é que do lado de dentro quase não cabe mesas, então ele fica bem cheio sempre, porque não cabe muita gente.
O atendimento é razoável, mas quando fica insuportável de cheio é complicado pedir alguma coisa. A cerveja de garrafa é 4,10, se não me engano. Nada muito absurdo, mas eu acho caro por uma ampola. A comida, ao contrário, é até barata. Uma porção de iscas de franco com molho blábláblá é algo em torno de 20 reais e vem comida pra cacete. Éramos 5 marmanjos com fome e segurou a onda.
O banheiro é bem limpo para um lugar que vende tanta cerveja e, se não me engano, é 1casinha e um mictório de calha médio. Tinha tirado uma foto pra lembrar, mas deu pau no meu cartão de memória... O difícil, na verdade, é chegar até ele. É tanta gente no caminho que fica difícil andar dentro do bar. Isso porque era uma quinta-feira. Imagina numa sexta a noite.
Difícil também é conseguir estacionar. Ou você chega cedo (tipo 6 da tarde) ou para longe pra cacete, já que tem 400 bares na redondeza. E tenha certeza: vai ter um flanelhinha pra encher seu saco. Como eu já conheço a região, parei numa rua que ninguém veio encher o saco, mas foram uns bons 4 quarteirões de caminhada.
Não fosse tão cheio, até animaria ir mais vezes. Fora que ficar pagando 4 conto por garrafa não é das coisas que gosto de fazer.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
O lugar não é dos maiores, apesar de ser bem comprido. Perdi as fotos, mas graças ao Google Street View a gente consegue ver o lugar (crica pra ampliar):
São todas essas portinhas, mais o deck do lado de fora e parte do passeio. O problema é que do lado de dentro quase não cabe mesas, então ele fica bem cheio sempre, porque não cabe muita gente.
O atendimento é razoável, mas quando fica insuportável de cheio é complicado pedir alguma coisa. A cerveja de garrafa é 4,10, se não me engano. Nada muito absurdo, mas eu acho caro por uma ampola. A comida, ao contrário, é até barata. Uma porção de iscas de franco com molho blábláblá é algo em torno de 20 reais e vem comida pra cacete. Éramos 5 marmanjos com fome e segurou a onda.
O banheiro é bem limpo para um lugar que vende tanta cerveja e, se não me engano, é 1casinha e um mictório de calha médio. Tinha tirado uma foto pra lembrar, mas deu pau no meu cartão de memória... O difícil, na verdade, é chegar até ele. É tanta gente no caminho que fica difícil andar dentro do bar. Isso porque era uma quinta-feira. Imagina numa sexta a noite.
Difícil também é conseguir estacionar. Ou você chega cedo (tipo 6 da tarde) ou para longe pra cacete, já que tem 400 bares na redondeza. E tenha certeza: vai ter um flanelhinha pra encher seu saco. Como eu já conheço a região, parei numa rua que ninguém veio encher o saco, mas foram uns bons 4 quarteirões de caminhada.
Não fosse tão cheio, até animaria ir mais vezes. Fora que ficar pagando 4 conto por garrafa não é das coisas que gosto de fazer.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
6 de fev. de 2011
Rumo a Manaus
E pela primeira vez no ano vou para Manaus. Foram umas 6 semanas sem viajar, um recorde considerando meu 2010. As reuniões não serão agradáveis, mas pelo menos meu chefe está indo junto para dividir a paulada. E o lado bom é que o vôo é BH-Manaus, direto. E a Trip costuma ter uns lanches bom no avião, que é um Embraer 175, sem poltrona do meio.
Se eu sumir esta semana não estranhem. Vou tentar deixar uns posts agendados, mas não prometo nada.
Torçam por mim.
Se eu sumir esta semana não estranhem. Vou tentar deixar uns posts agendados, mas não prometo nada.
Torçam por mim.
5 de fev. de 2011
Um ano depois...
...eu fiz meu exame de sangue e urina.
Quando eu entrei de férias, em janeiro do ano passado, ganhei um pedido de exame de sangue, pra ver se estava tudo certinho. Aí eu fui pra argentina, depois pro Rio, depois pra Manaus.... e o exame ficou lá, em cima da minha mesa, esse tempo todo.
Eu até lembrei dele algumas vezes, quando arrumei a minha mesa e tirei os papéis de cima dele, mas sempre fazia alguma cagada que me impedia de fazer o exame. Uma vez eu bebi na noite anterior. Numa outra, eu cheguei tarde em casa e comi pra lá de meia noite. Em várias eu esquecia e urinava antes de colher a amostra.
Teve uma, no entanto, que foi a pior de todas. Eu fiz tudo certinho: comi cedo na noite anterior, não bebi, lembrei de colher a amostra de urina logo que acordei, tomei banho, troquei de roupa e, na hora de sair, pensei "que fome. Vou comer alguma coisa antes de sair". Foi eu terminar de comer e falar "putaquepariu, que idiota". Eu teria que estar de jejum.
Dessa vez QUASE que eu repito a dose, mas lembrei antes de comer. Aí fui lá, em pleno sábado, 7:30 da madrugada, e peguei uma senha. Muito tempo depois eu fui atendido, o atendimento demorou pra caralho (maldita AMIL), mas eu consegui. Fiz o exame.
Em breve notícias da minha saúde.
Quando eu entrei de férias, em janeiro do ano passado, ganhei um pedido de exame de sangue, pra ver se estava tudo certinho. Aí eu fui pra argentina, depois pro Rio, depois pra Manaus.... e o exame ficou lá, em cima da minha mesa, esse tempo todo.
Eu até lembrei dele algumas vezes, quando arrumei a minha mesa e tirei os papéis de cima dele, mas sempre fazia alguma cagada que me impedia de fazer o exame. Uma vez eu bebi na noite anterior. Numa outra, eu cheguei tarde em casa e comi pra lá de meia noite. Em várias eu esquecia e urinava antes de colher a amostra.
Teve uma, no entanto, que foi a pior de todas. Eu fiz tudo certinho: comi cedo na noite anterior, não bebi, lembrei de colher a amostra de urina logo que acordei, tomei banho, troquei de roupa e, na hora de sair, pensei "que fome. Vou comer alguma coisa antes de sair". Foi eu terminar de comer e falar "putaquepariu, que idiota". Eu teria que estar de jejum.
Dessa vez QUASE que eu repito a dose, mas lembrei antes de comer. Aí fui lá, em pleno sábado, 7:30 da madrugada, e peguei uma senha. Muito tempo depois eu fui atendido, o atendimento demorou pra caralho (maldita AMIL), mas eu consegui. Fiz o exame.
Em breve notícias da minha saúde.
4 de fev. de 2011
Esparroman RECOMENDA: O rock que a terra não esqueceu
No início desse ano, quando eu estava limpando a casa depois do almoço de início de ano, eu resolvi ligar o rádio, porque de onde eu estava o meu arsenal de MP3 não seria escutável. Era um domingão, lá pras 5 da tarde, e coloquei na 98 FM, que já foi uma rádo Rock. Só coloquei nena porque das opções de BH, é a menos pior.
Para minha grata surpresa (que eu considero a descoberta do ano) estava tocando rock (não lembro a música). E não era esse pop rock de merda que tem por aí não, era coisa boa mesmo, mais das antigas (o que não quer dizer velharia). Até parei o que estava fazendo e coloquei no twitter que tinha saudade da época que a 98 era a rádio Rock.
Acabou a música e eu já estava esperando começar uma música da Kate Perry ou algo do tipo, mas para a minha surpresa (novamente) tocou OUTRA música de Rock. E assim foram por mais uns 20 minutos, sem comercial, sem blábláblá, só música mesmo. Eu já estava até assustado, mas aí acabou o bloco e eu descobri: era um programa só de rock. 2 horas inteirinhas, sem comercial, só com o mais puro Rock.
O programa, chamado "O rock que a terra não esqueceu" (nomezinho de merda, convenhamos), deve ser de alguém com muita grana, porque bancar 2 horas de rádio sem propaganda deve ser bem caro. Me fez lembrar o Rocambole, programa vééééééélho da própria 98, uando ela ainda era rock, mas que tocava mais podreira.
Em uma cidade como BH, que é bem fraca de rádios, é um oásis no deserto. Recomendo muito e já comecei a criar outros adeptos.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Para minha grata surpresa (que eu considero a descoberta do ano) estava tocando rock (não lembro a música). E não era esse pop rock de merda que tem por aí não, era coisa boa mesmo, mais das antigas (o que não quer dizer velharia). Até parei o que estava fazendo e coloquei no twitter que tinha saudade da época que a 98 era a rádio Rock.
Acabou a música e eu já estava esperando começar uma música da Kate Perry ou algo do tipo, mas para a minha surpresa (novamente) tocou OUTRA música de Rock. E assim foram por mais uns 20 minutos, sem comercial, sem blábláblá, só música mesmo. Eu já estava até assustado, mas aí acabou o bloco e eu descobri: era um programa só de rock. 2 horas inteirinhas, sem comercial, só com o mais puro Rock.
O programa, chamado "O rock que a terra não esqueceu" (nomezinho de merda, convenhamos), deve ser de alguém com muita grana, porque bancar 2 horas de rádio sem propaganda deve ser bem caro. Me fez lembrar o Rocambole, programa vééééééélho da própria 98, uando ela ainda era rock, mas que tocava mais podreira.
Em uma cidade como BH, que é bem fraca de rádios, é um oásis no deserto. Recomendo muito e já comecei a criar outros adeptos.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
3 de fev. de 2011
Já que Gerenciamento não dá dinheiro...
... resolvi abrir um Studio Unisex. Olha o lugar:

Tem até orkut, olha só que mudernidade.
Isso porque eu já sabia que consultoria não dava dinheiro. Gerenciamento de Projetos também não.
Piadinha da Raquel, que me mandou a foto por email (e que esqueceu que tem blog).
Tem até orkut, olha só que mudernidade.
Isso porque eu já sabia que consultoria não dava dinheiro. Gerenciamento de Projetos também não.
Piadinha da Raquel, que me mandou a foto por email (e que esqueceu que tem blog).
2 de fev. de 2011
Técnica da água mendigada
Essa é para você, que trabalha em uma empresa que te dá vale coxinha quando você está viajando, ou você, que só pode ter reembolso a 2 refeições por dia (já passei pelos 2 casos). Ou então pra você que é mão de vaca e não quer pagar 4 conto numa mini garrafa de água (eu também). Na verdade, são 2 técnicas de sobrevivência em uma, então vamos a elas.
1) Para quem só tem 2 reembolsos por dia
Essa eu aprendi com meu chefe do projeto da Megalópole. Apesar de ser duas caras, pelo menos isso ele me ensinou, e logo no primeiro dia. Ela é bem óbvia, mas eu NUNCA pensaria nela como consultor de primeira viagem.
Você vai jantar (ou comer alguma coisa à noite), certo? Escolha bem o lugar e, antes de ir embora, compre uma ou duas garrafas de água no lugar onde está comendo. Vai tudo na mesma nota fiscal e você não paga tão caro pela água (ou, se pagar, pelo menos vai ser reembolsado). Se tiver garrafa de 1 litro ou mais, melhor ainda. Guarde-as no frigobar do hotel e sempre que precisar você terá água gelada para se refrescar e matar a sede.
2) Para quem tem vale coxinha ou é mão de vaca
Essa eu mesmo desenvolvi, mas deve ter muita gente que faz isso. Por mais que você use a técnica acima, nos finais de semana e nas longas noites trabalhando a sede toma conta e não tem água que aguente. Fora que também te ajuda a economizar uma grana para poder comer em algum lugar mais legal sem estourar a cota diária.
No primeiro dia no lugar, você terá que usar a técnica número 1, para ter garrafas (ou então vai ter que levar de casa). Compre várias e, na medida que forem esvaziando, NÃO JOGUE FORA. E também não deixe de bobeira no quarto do hotel, senão a mulher que arruma o quarto vai jogá-las. A idéia é usar as garrafas vazias para só pegar o refil. Sério. Você vai em algum lugar que tem água grátis e enche a garrafinha. E aí, amigão, vai da sua cara de pau e imaginação. Pode ser na academia do hotel (normalmente tem um bebedouro), pode ser no shopping perto do hotel, pode ser no trabalho, em alguma atração turística... Vale qualquer coisa.
Para vocês terem idéia de alguns lugares onde já fiz isso: na academia dos hotéis que fiquei, no cliente (SEMPRE), em igreja (várias), em TODOS os prédios do eixo Monumental em BSB, no Brasilia Shopping e no Studio 5, em Manaus, em uma praça em Puerto Madero, no Temaiken (no ÚNICO bebedouro do lugar), na Biblioteca Nacional da Argentina (em um lugar que eu certamente não deveria ter entrado), na Casa Rosada, em La Bombonera e por aí vai...
Eu sei, é o cúmulo da mão de vaquice, mas isso já me economizou muitos reais em viagens (se for somar tudo)....
1) Para quem só tem 2 reembolsos por dia
Essa eu aprendi com meu chefe do projeto da Megalópole. Apesar de ser duas caras, pelo menos isso ele me ensinou, e logo no primeiro dia. Ela é bem óbvia, mas eu NUNCA pensaria nela como consultor de primeira viagem.
Você vai jantar (ou comer alguma coisa à noite), certo? Escolha bem o lugar e, antes de ir embora, compre uma ou duas garrafas de água no lugar onde está comendo. Vai tudo na mesma nota fiscal e você não paga tão caro pela água (ou, se pagar, pelo menos vai ser reembolsado). Se tiver garrafa de 1 litro ou mais, melhor ainda. Guarde-as no frigobar do hotel e sempre que precisar você terá água gelada para se refrescar e matar a sede.
2) Para quem tem vale coxinha ou é mão de vaca
Essa eu mesmo desenvolvi, mas deve ter muita gente que faz isso. Por mais que você use a técnica acima, nos finais de semana e nas longas noites trabalhando a sede toma conta e não tem água que aguente. Fora que também te ajuda a economizar uma grana para poder comer em algum lugar mais legal sem estourar a cota diária.
No primeiro dia no lugar, você terá que usar a técnica número 1, para ter garrafas (ou então vai ter que levar de casa). Compre várias e, na medida que forem esvaziando, NÃO JOGUE FORA. E também não deixe de bobeira no quarto do hotel, senão a mulher que arruma o quarto vai jogá-las. A idéia é usar as garrafas vazias para só pegar o refil. Sério. Você vai em algum lugar que tem água grátis e enche a garrafinha. E aí, amigão, vai da sua cara de pau e imaginação. Pode ser na academia do hotel (normalmente tem um bebedouro), pode ser no shopping perto do hotel, pode ser no trabalho, em alguma atração turística... Vale qualquer coisa.
Para vocês terem idéia de alguns lugares onde já fiz isso: na academia dos hotéis que fiquei, no cliente (SEMPRE), em igreja (várias), em TODOS os prédios do eixo Monumental em BSB, no Brasilia Shopping e no Studio 5, em Manaus, em uma praça em Puerto Madero, no Temaiken (no ÚNICO bebedouro do lugar), na Biblioteca Nacional da Argentina (em um lugar que eu certamente não deveria ter entrado), na Casa Rosada, em La Bombonera e por aí vai...
Eu sei, é o cúmulo da mão de vaquice, mas isso já me economizou muitos reais em viagens (se for somar tudo)....
1 de fev. de 2011
3000!
E este é o post 3000 deste humilde e reclamão blog. Nunca acreditei que cegaria a este número, principalmente com a minguada de posts desde que entrei na minha empresa atual. Já que eu gosto de números, vamos de gráficos e estatísticas (queria fazer algo mais aprofundado, mas vai ter que ficar para o post 4000).
O número de posts por no é mais ou menos assim (mais ou menos mesmo, porque o blogger não sabe contar nessa árvore de arquivo aí do lado):

Em média, são 500 posts por ano. Mas isso é mentira, porque 2011 acabou de começar, então ainda tem muito post pela frente. O mais correto é fazer o número de posts por dia de existência do blog nos anos. Aí, é mais ou menos assim:

Era post pra caramba em 2006 e 2007. Na época em que eu conseguia trabalhar, fazer alemão e espanhol e ainda corria todo dia. O fim de semana começava na sexta, no pastel, eu encontrava com outros amigos no sábado e em alguns domingos rolava até cinema ou teatro, normalmente com a minha querida amiga Consultora. Isso porque o blogger era liberado e muitos dos meus poste eram curtinhos, com coisas que eu lia na internetcha.
Mesmo coma caída de 2009 e 2010 a média é boa: são 1,65 posts por dia útil de blog. E a minha expectativa para 2011 é fazer um post por dia útil. Vamos ver se dá.
Tratando de categorias temos o seguinte:

Dá para ver que o blog É um Querido Diário, que eu Reclamo Mesmo e que eu trabalho muito, já que METADE dos posts estão nestas categorias. No segundo escalão completando 80% dos posts temos que eu gosto de fotos, que eu usava muito a internet para procurar bobeiras, que Murphy é meu amigão, que o mundo é bizarro, que o blog é um querido diário parte 2 e que sou nerd.
Que eu saiba, só duas pessoas leram todos os posts do blog: minha amiga Consultora, que conhece o blog desde o princípio, e o PG, que é louco, porque pegou o blog quando eu já postava pouco. Nem Ex-Xuxu, quando era minha namorada, leu tudo. E reparem que eu não me coloquei na contagem, porque dá pra ver que eu não reviso os meus textos...
Aos 10 malucos que me acompanham há tantos posts ("conheço" uns 7. 3 são incógnitas e só o Analitycs me fala que vocês existem), um muito obrigado. Vocês são heróis. Ao novos leitores (mais ou menos uns 5 loucos, segundo o analytics), espero que gostem. E aos 200 que entram, leem um post e nunca mais voltam, bom, obrigado também.
Que venham mais 3000 posts!
O número de posts por no é mais ou menos assim (mais ou menos mesmo, porque o blogger não sabe contar nessa árvore de arquivo aí do lado):
Em média, são 500 posts por ano. Mas isso é mentira, porque 2011 acabou de começar, então ainda tem muito post pela frente. O mais correto é fazer o número de posts por dia de existência do blog nos anos. Aí, é mais ou menos assim:
Era post pra caramba em 2006 e 2007. Na época em que eu conseguia trabalhar, fazer alemão e espanhol e ainda corria todo dia. O fim de semana começava na sexta, no pastel, eu encontrava com outros amigos no sábado e em alguns domingos rolava até cinema ou teatro, normalmente com a minha querida amiga Consultora. Isso porque o blogger era liberado e muitos dos meus poste eram curtinhos, com coisas que eu lia na internetcha.
Mesmo coma caída de 2009 e 2010 a média é boa: são 1,65 posts por dia útil de blog. E a minha expectativa para 2011 é fazer um post por dia útil. Vamos ver se dá.
Tratando de categorias temos o seguinte:
Dá para ver que o blog É um Querido Diário, que eu Reclamo Mesmo e que eu trabalho muito, já que METADE dos posts estão nestas categorias. No segundo escalão completando 80% dos posts temos que eu gosto de fotos, que eu usava muito a internet para procurar bobeiras, que Murphy é meu amigão, que o mundo é bizarro, que o blog é um querido diário parte 2 e que sou nerd.
Que eu saiba, só duas pessoas leram todos os posts do blog: minha amiga Consultora, que conhece o blog desde o princípio, e o PG, que é louco, porque pegou o blog quando eu já postava pouco. Nem Ex-Xuxu, quando era minha namorada, leu tudo. E reparem que eu não me coloquei na contagem, porque dá pra ver que eu não reviso os meus textos...
Aos 10 malucos que me acompanham há tantos posts ("conheço" uns 7. 3 são incógnitas e só o Analitycs me fala que vocês existem), um muito obrigado. Vocês são heróis. Ao novos leitores (mais ou menos uns 5 loucos, segundo o analytics), espero que gostem. E aos 200 que entram, leem um post e nunca mais voltam, bom, obrigado também.
Que venham mais 3000 posts!
31 de jan. de 2011
Esparroman Foi: Oficina d'idéias
Na meiuca de Janeiro foi aniversário da minha querida amiga Consultora e ela comemorou no Oficina D'Idéias. O bar, que fica na Rua Congonhas, junto de outros 456 bares, é uma antiga casa e não é dos maiores. Dá uma olhada na foto que chupinhei do site:

Dá pra ver be porcamente na foto, mas ele é dividido em 2,5 ambientes. Um abiente é o do balcão, esse aí logo na cara. Essa é a parte casa do negócio, onde ficam também os banheiros, bem ruins, por sinal. Eles são pequenos e só uma casinha para cada sexo. A pia, com o espelho, fica do lado de fora e se você dá azar de pegar uma dupla de mulheres esperando para usar o anheiro, um abraço. Elas ficam lá se olhando no espelho e você não consegue lavar as mãos.
Depois daquela porta tem o outro ambiente e meio, que era o quintal da casa. O meio ambiente é porque lááááááá no fundo tem um pedaço mais alto que cabem umas 3 mesas e fica separado do resto do pessoal. Essa parte de trás é quintalzão mesmo: tem árvore e tudo mais.
O atendimento do lugar é bem ruim. Quando estava vazio até que o garçom vinha algumas vezes, mas depois que encheu ficou impossível pedir qualquer coisa. Acho que são 2 garlons para a casa toda, o que é impraticável. A cozinha também não é das melhores: a batata frita veio nadando em óleo e o pessoal nem conseguiu terminar de comer.
Apesar da guitarra pendurada o esquema é meio lounge, logo as música são daquelas que você nem consegue saber que mudou. Parece ser uma única a noite toda. Tem até um DJ, mas é daqueles de playlist: abre o winamp (se é que ele usa winamp), coloca as músicas e deixa tocar.
O preço eu juro que não lembro. Tem entrada e, como era aniversário, era 5 ronaldos. Se não for aniversário é mais caro. O que eu lembro é que bebi uns 5 chopps e deu uns 17 reais, o que dá a média de 3 reais por chopp. Nada muito absurdo, mas não chega a ser barato.
Como estava de costas para o mundo não consegui perceber com detalhes, mas a proporção homem/mulher pareceu ser 50/50. Lá no balcão estava bem cheio e como não pode mais fumar em lugar fechado, fica um monte de gente na porta fumando. Aceita cartão de débito e dinheiro e não peguei fila pra pagar, mas já era razoavelmente tarde quando fui embora.
Aliás, parar na rua é algo quase impossível se você chega depois de 9. Como tem muito bar, as ruas enchem muito rápido e tem flanelinhas malditos querendo seu dinheiro. Fora que a galera entope seu carro de propaganda de festa.
Não chego a não recomendar, mas também não é um lugar que eu sugeriria para sair com meus amigos. Para aniversários pode ser uma boa, porque dá pra juntar várias mesas se fizer reserva.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
Dá pra ver be porcamente na foto, mas ele é dividido em 2,5 ambientes. Um abiente é o do balcão, esse aí logo na cara. Essa é a parte casa do negócio, onde ficam também os banheiros, bem ruins, por sinal. Eles são pequenos e só uma casinha para cada sexo. A pia, com o espelho, fica do lado de fora e se você dá azar de pegar uma dupla de mulheres esperando para usar o anheiro, um abraço. Elas ficam lá se olhando no espelho e você não consegue lavar as mãos.
Depois daquela porta tem o outro ambiente e meio, que era o quintal da casa. O meio ambiente é porque lááááááá no fundo tem um pedaço mais alto que cabem umas 3 mesas e fica separado do resto do pessoal. Essa parte de trás é quintalzão mesmo: tem árvore e tudo mais.
O atendimento do lugar é bem ruim. Quando estava vazio até que o garçom vinha algumas vezes, mas depois que encheu ficou impossível pedir qualquer coisa. Acho que são 2 garlons para a casa toda, o que é impraticável. A cozinha também não é das melhores: a batata frita veio nadando em óleo e o pessoal nem conseguiu terminar de comer.
Apesar da guitarra pendurada o esquema é meio lounge, logo as música são daquelas que você nem consegue saber que mudou. Parece ser uma única a noite toda. Tem até um DJ, mas é daqueles de playlist: abre o winamp (se é que ele usa winamp), coloca as músicas e deixa tocar.
O preço eu juro que não lembro. Tem entrada e, como era aniversário, era 5 ronaldos. Se não for aniversário é mais caro. O que eu lembro é que bebi uns 5 chopps e deu uns 17 reais, o que dá a média de 3 reais por chopp. Nada muito absurdo, mas não chega a ser barato.
Como estava de costas para o mundo não consegui perceber com detalhes, mas a proporção homem/mulher pareceu ser 50/50. Lá no balcão estava bem cheio e como não pode mais fumar em lugar fechado, fica um monte de gente na porta fumando. Aceita cartão de débito e dinheiro e não peguei fila pra pagar, mas já era razoavelmente tarde quando fui embora.
Aliás, parar na rua é algo quase impossível se você chega depois de 9. Como tem muito bar, as ruas enchem muito rápido e tem flanelinhas malditos querendo seu dinheiro. Fora que a galera entope seu carro de propaganda de festa.
Não chego a não recomendar, mas também não é um lugar que eu sugeriria para sair com meus amigos. Para aniversários pode ser uma boa, porque dá pra juntar várias mesas se fizer reserva.
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).
30 de jan. de 2011
Maldito Murphy
Desde o início deste ano eu fui em alguns bons lugares que nunca tinha ido aqui em BH e, milagrosamente, lembrei de tirar fotos para fazer os posts aqui no blog. Tá certo que as fotos não estavam aquela maravilha, porque eu sempre lembrava já sobre os efeitos do álcool e os lugares são escuros, mas eu tinha tirado as fotos.
Ontem, enquanto eu tirava algumas fotos do Studio Bar, deu uma zica no meu telefone. Fui, reiniciei e continuei tirando as fotos, até que a bateria acabou. Hoje, quando fui copiar todas as fotos para o computador, não reconheceu o chip de memória. Temi pelo pior.
Troquei o chip com o do E71 e ele foi reconhecido, só que pasta de fotos estava vazia. Completamente vazia. Nada. Nothing. Nichts. Niente. Sumiram. Todas as minhas quase 3000 fotos. A minha sorte é que eu sou backups freak e tinha 2970 delas no PC, no HD externo e no notebook da empresa. As 30 faltantes foram as que eu tirei esse ano. Justamente as dos posts.
O chip voltou a ser reconhecido, mas as fotos se foram. Com isso, os posts ficarão sem ilustrações do eu que falar. Mas estarão lá, firmes e fortes.
Maldito Murphy...
Ontem, enquanto eu tirava algumas fotos do Studio Bar, deu uma zica no meu telefone. Fui, reiniciei e continuei tirando as fotos, até que a bateria acabou. Hoje, quando fui copiar todas as fotos para o computador, não reconheceu o chip de memória. Temi pelo pior.
Troquei o chip com o do E71 e ele foi reconhecido, só que pasta de fotos estava vazia. Completamente vazia. Nada. Nothing. Nichts. Niente. Sumiram. Todas as minhas quase 3000 fotos. A minha sorte é que eu sou backups freak e tinha 2970 delas no PC, no HD externo e no notebook da empresa. As 30 faltantes foram as que eu tirei esse ano. Justamente as dos posts.
O chip voltou a ser reconhecido, mas as fotos se foram. Com isso, os posts ficarão sem ilustrações do eu que falar. Mas estarão lá, firmes e fortes.
Maldito Murphy...
27 de jan. de 2011
Entrando no Peru
Pois bem, queridos leitores, consegui assegurar a minha folga depois do carnaval. A maneira foi a mais simples possível: comprei passagens. Na verdade, tirei as minhas passagens usando milhas, ganhas com muitas viagens no começo de 2010, quando ia para o Rio toda semana.
O lugar escolhido foi o Peru. O vôo é uma maldição: CNF/GRU/LIM/CUZ, com direito a um stop de um dia em Lima (para quem não entendeu: BH -> Guarulhos; Guarulhos -> Lima; Lima -> Cuzco), com um dia entre chegar a Lima e ir pra Cuzco. Na volta, é o caminho inverso, mas é direto. Isso tudo com só 20 mil pontos.
Os horários dos vôos que são maldito: a saída de BH é 6 da madrugada, lááááááá nos confins do universo e a volta de cuzco às 8, chegando em BH às 23:00. Mas tá bom, pelo menos são muitos dias para aproveitar (vou dia 9 e volto dia 18 de março).
Agora é só conseguir os hotéis e ver o que tem para fazer nesses lugares. Alô Quellamoureuse, aceito dicas (mendigo méééééééemo :P).
O lugar escolhido foi o Peru. O vôo é uma maldição: CNF/GRU/LIM/CUZ, com direito a um stop de um dia em Lima (para quem não entendeu: BH -> Guarulhos; Guarulhos -> Lima; Lima -> Cuzco), com um dia entre chegar a Lima e ir pra Cuzco. Na volta, é o caminho inverso, mas é direto. Isso tudo com só 20 mil pontos.
Os horários dos vôos que são maldito: a saída de BH é 6 da madrugada, lááááááá nos confins do universo e a volta de cuzco às 8, chegando em BH às 23:00. Mas tá bom, pelo menos são muitos dias para aproveitar (vou dia 9 e volto dia 18 de março).
Agora é só conseguir os hotéis e ver o que tem para fazer nesses lugares. Alô Quellamoureuse, aceito dicas (mendigo méééééééemo :P).
26 de jan. de 2011
Técnica do potinho de shampoo + sacola plástica
Quem nunca passou perrengue quando, ao abrir a mala depois de uma viagem, descobriu que graças à gentileza dos agentes do aeroporto o shampoo / condicionador / desodorante / protetor solar / repelente / perfume estourou e melecou a roupa toda? Se você colocou estes apetrechos de beleza em um "treco para coisas de banho" (ou uma necessaire, no caso das mulheres), o estrago pode ter sido menor, mas dentro dele estará uma bela porcaria.
Uma solução que eu encontrei nestes anos foi reduzir o tamanho dos frascos E ensacá-los. Depois que fiz isso, nunca mais tive grandes problemas.
Para diminuir os frascos, o que eu fiz foi colocar shampoo e condicionador em frascos de shampoo de hotel. Normalmente esses shampoos de hotel são uma porcaria, mas você esvazia o pote (ou usa até acabar) e depois enche com o seu produto favorito. Aqui vale uma ressalva: teste bem o frasco que irá utilizar E escolha um com tamanho bom o suficiente para o tempo que ficará viajando. Eu escolhi esses aí embaixo:

Não se esqueça de sempre encher os frascos quando voltar de viagem (ou antes de viajar, se você viaja pouco). Depois disso, vem a parte 2, que vai garantir pequenos estragos em caso de vazamento: embalar em sacolas plásticas (essas de supermercado mesmo). Coloque os frascos dentro da sacola e dê um nó no meio da sacola, assim:

Não adianta nada dar o nó juntando as alças da sacola. Isso naõ veda nada. Tem que fazer o nó no meio da sacola mesmo.
Uma dica legal é separar as coisas por uso, porque aí você pode "modulariar" as suas sacolas e levar só as que se aplicam para a sua viagem. Por exemplo: eu separo em uma sacola "produtos de banho" (shampoo, sabonete e condicionador), em outra "antifedodores" (desodorante e perfume), numa terceira "contra o sol" (protetor solar) e na quarta "kit mato" (repelente e pomadas contra picada). Além de evitar que você carregue coisas inuteis, ainda garante que pouca coisa vai sujar se algum frasco abrir ou quebrar.
Uma solução que eu encontrei nestes anos foi reduzir o tamanho dos frascos E ensacá-los. Depois que fiz isso, nunca mais tive grandes problemas.
Para diminuir os frascos, o que eu fiz foi colocar shampoo e condicionador em frascos de shampoo de hotel. Normalmente esses shampoos de hotel são uma porcaria, mas você esvazia o pote (ou usa até acabar) e depois enche com o seu produto favorito. Aqui vale uma ressalva: teste bem o frasco que irá utilizar E escolha um com tamanho bom o suficiente para o tempo que ficará viajando. Eu escolhi esses aí embaixo:

Não se esqueça de sempre encher os frascos quando voltar de viagem (ou antes de viajar, se você viaja pouco). Depois disso, vem a parte 2, que vai garantir pequenos estragos em caso de vazamento: embalar em sacolas plásticas (essas de supermercado mesmo). Coloque os frascos dentro da sacola e dê um nó no meio da sacola, assim:

Não adianta nada dar o nó juntando as alças da sacola. Isso naõ veda nada. Tem que fazer o nó no meio da sacola mesmo.
Uma dica legal é separar as coisas por uso, porque aí você pode "modulariar" as suas sacolas e levar só as que se aplicam para a sua viagem. Por exemplo: eu separo em uma sacola "produtos de banho" (shampoo, sabonete e condicionador), em outra "antifedodores" (desodorante e perfume), numa terceira "contra o sol" (protetor solar) e na quarta "kit mato" (repelente e pomadas contra picada). Além de evitar que você carregue coisas inuteis, ainda garante que pouca coisa vai sujar se algum frasco abrir ou quebrar.
25 de jan. de 2011
A carreira da consultoria gerência
Dia desses aí pra trás, estava eu no aniversário da minha querida amiga Consultora, conversando com ela sobre a vida de trabalho e os meus perrengues, quando ela me contou uma piadinha (que, para quem não é/foi do ramo, pode ser sem graça).
A carreira do consultor , como toda carreira, é dividida em fases. E em cada fase você é reconhecido pelo software que usa.
No começo da carreira, quando você é trainee, juninho, seu instrumento de trabalho é o Excel. São milhares de linhas de dados que tem que virar informação e é seu trabalho fazer esta tarefa suada.
Quando você sobe um pouco na vida, começa a transformar as planilhas excel e gráficos gerados em apresentações. Nesta época, sua ferramenta de trabalho é o Power Point. Aqui é quando você começa a ter um gostinho de ser achar gente grande, porque participa de reuniões com gente pica. Eu saí da consultoria nessa etapa.
Depois desta fase, você começa a planejar os projetos que participa. Neste ponto você usa o Project como ferramenta de trabalho. Curiosamente, quando entrei na minha empresa atual, já caí nesse ponto, então subi um nível mais rápido.
Aí você vira lider de projetos e começa a trabalhar como gerente. Esqueça o Project, cronograma é coisa que você só vai olhar para ver o que está atrasado e cobrar da equipe, traçando um plano de recuperação. Agora, você trabalha respondendo emails. O Outlook será o seu melhor amigo e você ficará com ele aberto 100% do tempo e quando chegar no fim do dia e você for organizar a sua caixa de saída contará mais de 50 emails ENVIADOS. Na caixa de entrada serão uns 100 (não, não estou exagerando). Alguns dias, você ficará 8 horas respondendo UM email.
Tá achando que acabou? Nãnãninãnão. Pode piorar. Você pode começar a viajar tanto e estar cada dia em uma cidade diferente ou só entrando e saindo de reuniões. Não dá nem tempo de você ligar o computador. Aí, meu amigo, você não terá um programa preferido. Você terá um smartphone preferido. Normalmente são 3 opções: Blackberry, iPhone ou o que eu ganhei da minha empresa, o E71. É, eu já estou aqui.
Nesta última fase, na consultoria, você já está limpando a bunda com a nota de 100 doletas e você não tem vida, mas pelo menos tem dinheiro. Na engenharia, o meu caso, você não tem nem vida nem dinheiro.....
A carreira do consultor , como toda carreira, é dividida em fases. E em cada fase você é reconhecido pelo software que usa.
No começo da carreira, quando você é trainee, juninho, seu instrumento de trabalho é o Excel. São milhares de linhas de dados que tem que virar informação e é seu trabalho fazer esta tarefa suada.
Quando você sobe um pouco na vida, começa a transformar as planilhas excel e gráficos gerados em apresentações. Nesta época, sua ferramenta de trabalho é o Power Point. Aqui é quando você começa a ter um gostinho de ser achar gente grande, porque participa de reuniões com gente pica. Eu saí da consultoria nessa etapa.
Depois desta fase, você começa a planejar os projetos que participa. Neste ponto você usa o Project como ferramenta de trabalho. Curiosamente, quando entrei na minha empresa atual, já caí nesse ponto, então subi um nível mais rápido.
Aí você vira lider de projetos e começa a trabalhar como gerente. Esqueça o Project, cronograma é coisa que você só vai olhar para ver o que está atrasado e cobrar da equipe, traçando um plano de recuperação. Agora, você trabalha respondendo emails. O Outlook será o seu melhor amigo e você ficará com ele aberto 100% do tempo e quando chegar no fim do dia e você for organizar a sua caixa de saída contará mais de 50 emails ENVIADOS. Na caixa de entrada serão uns 100 (não, não estou exagerando). Alguns dias, você ficará 8 horas respondendo UM email.
Tá achando que acabou? Nãnãninãnão. Pode piorar. Você pode começar a viajar tanto e estar cada dia em uma cidade diferente ou só entrando e saindo de reuniões. Não dá nem tempo de você ligar o computador. Aí, meu amigo, você não terá um programa preferido. Você terá um smartphone preferido. Normalmente são 3 opções: Blackberry, iPhone ou o que eu ganhei da minha empresa, o E71. É, eu já estou aqui.
Nesta última fase, na consultoria, você já está limpando a bunda com a nota de 100 doletas e você não tem vida, mas pelo menos tem dinheiro. Na engenharia, o meu caso, você não tem nem vida nem dinheiro.....
24 de jan. de 2011
Vida de chefe
Ser chefe é uma coisa legal. As pessoas te procuram para pedir conselhos, ajuda e, lógico, problemas. Você passa a ser um para-raios de todos os tipos de problemas: pessoais, profissionais, de projeto, da empresa... Mas apresar disso tudo, você gosta. Só que isso implica a ser convidado para alguns eventos que você normalmente não iria. Como a festa de aniversário com bolo da mafalda de uma estagiária, colações de grau, macarronadas de aniversário e, quando você dá muita sorte, bailes de formatura.
Sim, queridos leitores, eu ganhei um convite para o baile de formatura de uma das minhas funcionárias. Tá certo que ela é mulher do meu chefe e que eu fui convidado por isso, mas me valeu um convite. A festa foi muito boa, mas merece um "fatos rápidos", pra quem não acompanhou no twitter (escrevia enquanto sentava para resguardar meus surrados joelhos):
- Antes da festa eu dei uma dormida, porque estava morto. Acordei as 9 e pouco achando que a festa era as 10. depois que tinha feito a barba, tomado banho e comido resolvi olhar que horas começava, só pra não passar vergonha. Era as 11. Aproveitei pra ficar jogando Lemmings no celular;
- Cheguei antes da dona da festa, como sempre. E fui o último a ir embora, como sempre;
- Estava lá eu na festa quando alguém grita meu nome. Olho pra trás e vejo a irmã de uma amiga. Ela me pergunta o que eu estava fazendo ali e digo que uma estagiária estava se formando. Ela vai e fala que "está naquela fase que vai numa formatura atrás da outra". Pensei que conheci a menina bebe e me senti velho;
- A banda (toque de classe), começou o show com uma versão instrumental de "Enter Sandman", do Metálica. Eu estava me segurando para não bater cabeça, pensado que a festa ia ser metal, e na hora que eu estava quase começando a pular a banda finalizou a música e começou a tocar Ray Conniff. Foi brochante;
- Lá pra meados da festa começo a ver pessoas com gravata na testa. Aí falo com um colega que não tem coisa mais ridícula que isso. Nesse EXATO instante meu chefe grita a gente e mostra, orgulhoso, a sua gravata na cabeça. Foi decepcionante;
- Teve uma hora que começou a fase de músicas baianas e a banda colocou um micro trio elétrico NO MEIO DA PISTA DE DANÇA. Genial. Uma bosta, mas GENIAL. A galera foi dançando atrás do "carrinho";
- Na hora do funk, tocou o Creu, lógico. Na velocidade 5, um moleque, completamente bêbado, começa a dançar freneticamente e RASGA A CALÇA. Na bunda, desde o cinto até o gavião. Todo mundo tava zuando ele, mas ele não estava nem aí. Aí falei para algum dos amigos dele para ele tirar a camisa da calça, que ia esconder um pouco. Ele foi, tirou e ficou assim por 2 minutos. Depois, ele desabotoou a blusa e AMARROU, tipo mulher com blusa curta. Simplesmente ridículo;
- Ser chefe tem as suas vantagens: a formanda, me vendo sozinho, resolver dar uma mãozinho: chamou uma amiga e falou "deixa eu te apresentar uma pessoa. Esse é fulano, ele é meu chefe". Gostei da tática, pena que não funcionou;
- Voltei da festa bastante alcoolizado e achei que teria aquela ressaca matadora. Para minha surpresa, não tive nada. E ainda dormi o dia inteiro, e com qualidade, coisa que eu não fazia a MESES.
Aí, no dia seguinte, lá pras 6 da tarde, enquanto eu me matava de jogar God Of War 3, meu telefone toca. Era o Chorão, me chamando para uma macarronada na casa dele no domingo, para comemorar o aniversário dele. Eu NUNCA tinha nem almoçado com o cara. E lá fui eu, do outro lado da cidade, cumprir meu dever de chefe. Mas foi muito legal (apesar de eu só ficar pensando em como passar de "fase" no GoW 3).
Agora deixa eu ir lá pro PS3, matar deuses.
Sim, queridos leitores, eu ganhei um convite para o baile de formatura de uma das minhas funcionárias. Tá certo que ela é mulher do meu chefe e que eu fui convidado por isso, mas me valeu um convite. A festa foi muito boa, mas merece um "fatos rápidos", pra quem não acompanhou no twitter (escrevia enquanto sentava para resguardar meus surrados joelhos):
- Antes da festa eu dei uma dormida, porque estava morto. Acordei as 9 e pouco achando que a festa era as 10. depois que tinha feito a barba, tomado banho e comido resolvi olhar que horas começava, só pra não passar vergonha. Era as 11. Aproveitei pra ficar jogando Lemmings no celular;
- Cheguei antes da dona da festa, como sempre. E fui o último a ir embora, como sempre;
- Estava lá eu na festa quando alguém grita meu nome. Olho pra trás e vejo a irmã de uma amiga. Ela me pergunta o que eu estava fazendo ali e digo que uma estagiária estava se formando. Ela vai e fala que "está naquela fase que vai numa formatura atrás da outra". Pensei que conheci a menina bebe e me senti velho;
- A banda (toque de classe), começou o show com uma versão instrumental de "Enter Sandman", do Metálica. Eu estava me segurando para não bater cabeça, pensado que a festa ia ser metal, e na hora que eu estava quase começando a pular a banda finalizou a música e começou a tocar Ray Conniff. Foi brochante;
- Lá pra meados da festa começo a ver pessoas com gravata na testa. Aí falo com um colega que não tem coisa mais ridícula que isso. Nesse EXATO instante meu chefe grita a gente e mostra, orgulhoso, a sua gravata na cabeça. Foi decepcionante;
- Teve uma hora que começou a fase de músicas baianas e a banda colocou um micro trio elétrico NO MEIO DA PISTA DE DANÇA. Genial. Uma bosta, mas GENIAL. A galera foi dançando atrás do "carrinho";
- Na hora do funk, tocou o Creu, lógico. Na velocidade 5, um moleque, completamente bêbado, começa a dançar freneticamente e RASGA A CALÇA. Na bunda, desde o cinto até o gavião. Todo mundo tava zuando ele, mas ele não estava nem aí. Aí falei para algum dos amigos dele para ele tirar a camisa da calça, que ia esconder um pouco. Ele foi, tirou e ficou assim por 2 minutos. Depois, ele desabotoou a blusa e AMARROU, tipo mulher com blusa curta. Simplesmente ridículo;
- Ser chefe tem as suas vantagens: a formanda, me vendo sozinho, resolver dar uma mãozinho: chamou uma amiga e falou "deixa eu te apresentar uma pessoa. Esse é fulano, ele é meu chefe". Gostei da tática, pena que não funcionou;
- Voltei da festa bastante alcoolizado e achei que teria aquela ressaca matadora. Para minha surpresa, não tive nada. E ainda dormi o dia inteiro, e com qualidade, coisa que eu não fazia a MESES.
Aí, no dia seguinte, lá pras 6 da tarde, enquanto eu me matava de jogar God Of War 3, meu telefone toca. Era o Chorão, me chamando para uma macarronada na casa dele no domingo, para comemorar o aniversário dele. Eu NUNCA tinha nem almoçado com o cara. E lá fui eu, do outro lado da cidade, cumprir meu dever de chefe. Mas foi muito legal (apesar de eu só ficar pensando em como passar de "fase" no GoW 3).
Agora deixa eu ir lá pro PS3, matar deuses.
23 de jan. de 2011
Tirando o atraso nos comentários
Queridos leitores que postaram comentários na última semana, não fiquem tristes. Eu não respondi a vocês porque os comentários na merda do blogger não estava funcionando no celular (bom, pelo menos no meu).
Como eu não estava ligando o meu computador de casa, não conseguia respondê-los. Hoje, no entanto, consegui ligar o PC e já respondi todo mundo, numa tacada só.
Não fiquem tristes, OK? Continuem comentando que eu sempre leio e, quando o blogger deixa, respondo.
Como eu não estava ligando o meu computador de casa, não conseguia respondê-los. Hoje, no entanto, consegui ligar o PC e já respondi todo mundo, numa tacada só.
Não fiquem tristes, OK? Continuem comentando que eu sempre leio e, quando o blogger deixa, respondo.
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