1 de out. de 2009

Museu Histórico Abílio Barreto

Há um tempo eu e Xuxu resolvemos colocar o nosso lado cultural pra funcionar e visitamos o Museu Histórico Abílio Barreto. Pra quem não conhece (deve ser a maioria), o MHAB é o museu da história de BH. E para ser muito sincero não é lá grandes coisas (como nada cultural de BH).

O museu foi fundado em 1900 e bolinha pelo JK, usando a sede de uma velha fazenda de BH, essa aí embaixo:


Nessa parte fica tudo de muito velho da cidade, como instrumentos usados na época da construção da cidade (reparem na primeira foto uma cópia - espero - do mapa da cidade na época)




Alguns artefatos da época...






Coisas religiosas...






Coisas do império (não me perguntem)...






Por todos os cômodos há fotos gigantes da cidade na época da criação da cidade. Essa primeira é uma foto da área central, onde fica a igreja de São José (olha que roça!):


Só para comparar a maquete da foto acima:














As coisas mais novas ficam em um outro prédio, inaugurado há uns 10 anos e em estilo modernoso. Esse aí embaixo (chupinhei essa foto daqui):


Tem tudo quanto é tipo de coisa lá dentro e estou sem muita paciência pra escrever. Mas vale a pena destacar estas maquetes da evolução da praça sete...






O plano original do pirulito da praça sete. Cara, ao ver esse plano feito na máquina (com coisas feitas à mão) tive certeza que se nascesse naquela época não teria feito engenharia.



Algumas fotos da construção e montagem...

Trabalhar não devia ser fácil... aliás, deve ter sido com essa máquina aí embaixo que fizeram o plano do pirulito...








Essa maletinha eu achei genial. Até régua T integrada tinha. Só não podia virar, senão ia fazer uma bagunça danada...


Acreditem ou não, isso aí embaixo era um relógio de ponto (ainda estou tentando entender como funcionava)...


Vai um yoghurt aí?

Barbear não devia ser fácil....


Resto das coisas...




















Visão geral superior (o museu todo não é muito maior que isso aí não)...


Do lado de fora, ligando as duas casas, há um jardim. Tentei tirar panorâmicas, mas não ficaram muito boas...


Como não poderia deixar de ser, tem trem (essa só os mineiros pegaram)...




Máquina de fazer jornal...






Um elevador (acho)...


Carro de Boi...




Bonde...




Tem também umas estátuas...




Mapa da cidade


Um pseudo palco para apresentações de não sei o que...


O banheiro embaixo do pseudo palco


Bizarrices

Esse item aí de baixo é, de longe, o mais bonito do local. Todo de metal trabalhado, pindado com cores vivas (o treco tem mais de 100 anos), seria um ótimo enfeite para por na sala, certo?


Pois é... É uma cuspideira. Juro! Esse treco servia para a galera dar aquela escarrada bacana sem ter que levantar da cama, mesa, sala de visitas... Coitado de quem limpava isso.

Existem vários desse aí embaixo espalhados pelo prédio novo. E cada um "fala" uma coisa diferente, relacionada ao que está por perto. Achei muito bacana, apesar de naõ ter entendido muito bem o que as pessoas estavam falando...


Não sabia que a IBM fazia relógios...



Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

30 de set. de 2009

Vede-ze

Dia desses aí pra trás, indo com Xuxu a algum lugar (que obviamente não lembro), nos deparamos com esta belezura aí embaixo:


Repara que o cara não sabia se colocava 31 ou 91 no começo...

Em tempo: desta vez não tive que quase bater o carro para tirar a foto. Mas rolou uma pequena perseguição.

29 de set. de 2009

20 Anos

Hoje a minha empresa fez 20 anos. A comemoração foi assim:


Bem diferente de quando a minha antiga empresa fez 20 anos....

26 de set. de 2009

2 cubos mágicos + Guitar Hero no modo expert

Dá uma olhada nisso. O moleque está tocando com o cotovelo. E reparem que ele troca o cubo por volta dos 3 minutos.


Como disse um amigo meu, "é falta de mulher".

23 de set. de 2009

Carro do Demo

Olha a quilometragem do Esparromóvel Júnior dia desses pra trás:


Não consegui tratar a imagem, porque meu computador está de palhaçadinha comigo. Por isso ficou muito mais tosca que o normal. E a tremida é porque eu estava mais ou menos rápido...

22 de set. de 2009

Batalha naval

Do prédio da minha empresa no Rio dá pra ver o que (acredito) seja o porto da Marinha no Rio. E na última vez que fui tinha 2 fragatas e um porta-aviões.Tentei tirar fotos, mas não dá pra ver absolutamente nada. Uma das fragatas está bem no meio da foto, a outra está escondida atrás do prédio. O porta aviões está entre o prédio branco e o cinza da esquerda, mas só dá pra ver a torre (crica pra ampliar).


Pelo menos aproveitem a vista da Baía de Guanabara (acho). E na frente aí é a praça onde ficava a bolsa de valores do Rio, que fechou as portas em 2002.

21 de set. de 2009

Web voo

Na minha vida de consultoria sempre viajei por companhias aéreas grandes: Gol e Tam. Só no meu último projeto que acabei viajando de ônibus com asa (também conhecida como Ocean Air). Mesmo assim foram umas 3 vezes. Na sexta passada tive o prazer de conhecer a Webjet.

Fui para o Rio para uma palestra de um engenheiro brasileiro foda, com as despezas pagas pela minha empresa. A palestra era sobre os desafios de grandes projetos de engenharia. A palestra foi uma bosta, mas não vem ao caso. Fato é que como decidiram de última hora que eu iria e a viagem seria numa sexta-feira, as passagens de volta estavam absurdamente caras. Ou eu voltava de TAM do Galeão às 21:00 ou voltava de Webjet do Santos Dumont às 13:30. A ida já estava decidida que seria webjet.

Galeão já é furada em qualquer dia e qualquer horário. É certeza de atraso. Galeão numa sexta a noite é pedir para não chegar em casa antes de meia noite. voltemos também de webjet.

Para quem não sabe, a Webjet é do grupo da CVC que, cansada de fretar vôos para seus pacotes de viagens divididos em 200 vezes resolveu comprar uns aviões e ainda tentar ganhar um trocado com gatos pingados que não fossem viajar nos pacotes. Comprou os 737-300 velhos da Varig e começou a voar para cidades turísticas (acho que basicamente nordeste).

O bagulho começou a dar dinheiro e eles foram comprando mais e mais aviões velhos e ampliando as cidades de atendimento. Hoje já são 11 (que, obviamente, não lembro quais). Não tem programa de milhagens e começou com o Check in web por agora, assim como a revista de bordo, que está na segunda edição. Basicamente uma empresa que está melhorando na medida que aumenta seu caixa (ao contrário da Azul, por exemplo, que já entrou com tudo novo - principalmente aviões - e infra de primeira - já tem até totem de auto atendimento, coisa que a Gol até hoje não tem).

Enquanto aguardava o embarque da galera na ida (devia ser umas 5:40 da madrugada), lia a revista de bordo tentando não matar as 4 mulheres que estavam atrás de mim e não paravam de falar (alto, ainda por cima). E numa das páginas vi que a empresa, "ao contrário da tendência mundial, não quer cortar os gastos e sim proporcionar uma agradável viagem às pessoas". Por conta disso o lanchinho deles é de primeira: sempre tem um sanduba e uma sobremesa.

Cara, e que sobremesa. Na ida foi um pedaço generoso de torta floresta negra que me fez até esquecer a mulher faladora que ficou batendo na minha poltrona enquanto agitava-se ao conversar com as amigas. Nunca imaginei comer algo desse tipo em um avião.

Eu estava tão anestesiado (tá, talvez fosse o sono) que nem percebi que quase morri ao pousar. O cara pousou bem depois do início da pista (algo mortal em SDU - literalmente) e foi freiando como se estivesse no Galeão. Só quando viu que não ia dar que sentou o pé no freio e a torta quase saiu de volta do meu estômago (mas pela pressão do cinto de segurança na minha barriga e não por enjôo).

Na volta a sobremesa foi uma torta de maracujá gostosa, mas nem perto da torta da manhã. Em compensação o sanduba foi bem mais gostoso: atum com maionese. E para que não tinha comido nada deste 6:40 da manhã (hora do lanche do vôo de ida), foi um banquete.

Mas o que me chamou mais a atenção foi a forma que os comissários e comandantes se comunicavam com os passageiros. TODAS as frases tinham um "Web" no meio. "Web bom dia, passageiros. Este é o web voo XXXX para o Rio de Janeiro". Nas três primeiras vezes é até legal, depois enche o saco a forçação de barra.

Mas como eu cheguei vivo de volta em BH esqueci as parte sem tinta do lado de fora do avião, as mulheres faladeiras, os web bem vindos a confins... Mas a torta floresta negra eu ainda não esqueci....