8 de nov. de 2008

Fazenda do Cipó Velho

Promessa é dívida e odeio ficar devendo os outros. No Bem vindo à Serra do Cipó prometi um post sobre as atividades da tarde e, bem, chega de enrolar.

Depois de conhecer todos os lugares mostrados no bem vindo, pedimos informação no Centro de Atendimento ao Turista e fomos informados de um lugar histórico, a Fazenda Cipó Velho, que possui um Museu e permite visitas à casa, capela e moinho.

A explicação da mulher foi tão simples, que parecia não ter como errar. Mas obóviamente eu me perdi. Depois de perguntar para umas duas ou três pessoas e achar que estávamos no lugar errado umas 5 vezes (quando na verdade era o caminho certo), chegamos num terreirão, onde uma simpática velhinha estava na porta.

Perguntamos à dona se lá era a Fazenda do Cipó Velho e ela disse que sim. Explicou que existiam 2 visitas, uma à casa-capela-moinho-museu e uma só museu. O museu era 2 ronaldos por pessoa e o serviço completo 5. Como estávamos com tempo, resolvemos fazer o passeio completo.

Pelo que a senhora falou, lá que tudo começou. A casa foi comprada dos bandeirantes que descobriram o lugar pelo tataravô dela, em 1800 e guaraná com rolha. A casa nem é daquelas gigantescas, com 200 quartos e 25 salas. É até modesta, eu arrisco dizer. Dá uma olhada na entrada (as fotos que eu tirei com o celular ficaram presas no buraco negro do cyberespaço. Eram muito mais legais que as que Xuxu tirou):




Logo de cara a gente cai numa saleta onde tem um TV razoalvelmente nova com parabólica e tudo mais (foto perdida no cyperespaço - FPC), uma janela que dá para a capela (FPC), banco tipo de igreja e uma mesa véia, que é essa aí embaixo


Logo depois dessa sala caímos na sala de jantar (FPC). Uma coisa bizarra sobre esta sala: ela é a entrada para todos os quarto da casa. Um deles, o do irmão da velhinha simpática da foto abaixo que é a guia do passeio, foi trancado pela irmã deles assim que ele morreu e desde então NINGUÉM entrou lá. Parece que já faz um bom tempo que isso aconteceu...

Segundo a velhinha, a mesa existente lá é a mais velha da região e veio de brinde com a casa, quando comprada dos bandeiras. Uma coisa legal é que ela servia de cofre: tinha um buraco no tampo da mesa e a bufunfa ficava presa numa espécie de gaveta (FPC). Como a mesa é de madeira maciça, dificilmente alguém conseguiria roubar. Dá pra ver a pontinha dela nas duas fotos a seguir.


Nesta sala tem um monte de cadeira que claramente não são da mesma época que a mesa, mas duas, em especial, são o xodó da velhinha. Diz ela que foram parte da mobília de algum presidente famoso que obviamente eu não lembro qual (você lembra, Xuxu?) Afonso Pena (brigado, Xuxu!). Mas são essas aí embaixo:


De lá fomos levados para a parte de trás da casa, que fica junto da cozinha. Lá há mais uma mesa de jantar e a parte mais velha da casa, que é justamente a cozinha. Dá uma olhada no fogão a lenha estiloso e no estado das paredes da casa. Acho que essa parte da casa nunca foi reformada...






De lá fomos para o tal moinho. Nâo sei desde quando ele existe, mas a velhinha disse que essa semana ele parou de funcionar por falta de chuva (murphy é o cara). O lugar é meio medonho, mas dá pra entrar na casinha.


A casa do moinho


A janela da casa do moinho


O bagulho que capta a água e faz girar o moinho (repare que não tinha água suficiente)


O moinho própriamente dito (a foto que eu tirei estava muito mais bacana, mas ela se perdeu no cyberespaço)

Entre a casa e moinho tem uma roda muito maior de captação de água, mas a velinha não comentou sobre ela, então acho que ela não sabe para que serve. Mas nóis tira foto (a minha estava melhor)!


Saímos de lá e fomos para a capela. A capela, obviamente, foi a primeira da região e é MUITO bacana. Tem umas partes em ouro e todo o material necessário para a celebração de missas, como a roupa dos padres (FPC). Mas dá uma olhada na igreja:


O Altar


O Oratório (acho que é esse o nome)


O lugar onde ficam os bagulhos de celebração de missa


A plaquinha indicativa da idade da capela

Lembra da sala que falei lá em cima, com uma janela e um banco de igreja? Pois é, a mulherada ficava sentada na saleta e assistia a missa pela janelinha. Os homi ficava dentro da igreja mesmo. Mas a foto que tirei da janela do lado de dentro da igreja também está perdida... Mas a janela fica á direita do altar.

Outra curiosidade: olhe umas duas fotos aí pra cima. Tá vendo essa parede toda cheia de detalhe, com umas flores e desenhos? Parece papel de parede, mas isso aí e PINTURA! E feita à mão. MUITO sinistro. Deve ter dado um trabalho do cão, mas o resultado é algo fora do comum.

De lá fomos finalmente para o tal museu. O museu foi instalado na antiga senzala da fazenda. É, rapá, como a fazenda é velha, teve escravos por lá. O mais legal é que parte da senzala foi transformada em casa de verdade depois que aboliram a escravidão. Só que quem foi morar lá foi alguém da família da velhinha e não os escravos.


A senzala


Visão geral do museu

Apesar de ser pequenininho, o museu tem muita coisa pra ver. Muita coisa legal, por sinal. Vários utensílios da época, equiamentos que o avô da velhinha usou para construir estradas em algum lugar do Brasil que obviamente esqueci, cartas, livros, mobilias...


A primeira TV do lugar e os primeiros rádios. Por isso que eram só 3 irmãos...


Um dos lugares onde eles faziam compras: Casa da Barateza


Tachos de cobre de fazer doce


As panelas de fazer tropeiro


Os utensílios de banho da galera rica (imagina dos pobres)


A cama de alguém rico (imagina a dos pobres²)


O treco de fazer fio de algodão


Os teodolitos da época do guaraná com rolha. Quase tive um nerdgasm quando vi isso


O diploma do cara que usava os teodolitos. Quase tive outro nerdgasm quando vi que o cra formou na mesma faculdade que eu e NO DIA do meu aniversário (uns 50 anos antes de eu nascer)


Uma telha de 1860, feita por escravos


Tá achando que é fácil ser escravo? Olha a parede do lugar (tinha uma foto melhor, mas... ah, vocês já sabem)


Uma das correntes utilizadas para prender os escravos. Dá para ver um outro pedaço de parede do lugar

O lugar é muito legal e em dias de chuva, como no nosso sábado lá, é uma ótima pedida! Ainda mais pra quem não gosta de muitidão e lugares cheios (tipo as cachoeiras).

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

7 de nov. de 2008

Referência

Essa semana aconteceram grandes mudanças no trabalho. Uma nova frente muito grande começando e alguns dos projetos que estou tomando conta finalizando. Com isso, herdei os projetos da menina da equipe e ela foi alocada na tal nova frente que está começando.

Esta nova frente vai ter uma parte de desesnvolvimento de banco de dados e de um software para acompanhamento dos projetos. E por incrível que pareça a pessoa com mais experiência em banco de dados e desenvolvimento de software da equips sou eu. Mas como estou cuidando dos meus projetos, não posso ajudar no desenvolvimento. A solução foi me colocarem como "consultor" do projeto.

Basicamente vou ajudar o pessoal quando estiverem com dúvidas ou problemas que atrapalhem o bom andamento do desenvolvimento, além de dar um suporte na otimização do código. Isso porque na versão existente tinha tanto lixo, mas tanto lixo no código que será mais fácil começar do zero.

Para ter uma idéia: com um dos cronogramas a inicialização demora 10 (sim, DEZ) minutos. Com mudanças simples que eu sugeri caiu para 2. Fora o código propriamente dito, que estava porco.

O fato é que estou achando tão estranho essa história de ser o mais experiente de algo e ser a referência no assunto. Fazia tempo que isso não acontecia (desde minha antiga empresa de engenharia) e estou meio desacostumado.

Mas estou gostando muito da idéia!

6 de nov. de 2008

Very Gurt

Sempre escuto/leio o pessoal falando mal de publicitário, que qualquer um hoje faz propaganda e marketing e ficam zuando as reuniões de Brainstorming para definição de nomes de produtos. E sempre achei exageiro. Até que abri a geladeira e vi isso aí embaixo.


Nome ridículo e trocadilho horroroso.

Família Massa Epic Fail - A Cena

Segunda eu postei sobre a cena da "Família Massa Epic Fail". A Raquel viu o post, achou a cena (um gif animado, na verdade) e me mandou por email. É esse aí embaixo.


Fala que não é a coisa mais desastrosa da história...

Pousada Pepalantus (Serra do Cipó, MG)

Desisti de esperar que as fotos que mandei via MMS para o meu email chegassem e resolvi fazer o post só com o que eu tenho mesmo.

A pousada Pepalantus foi escolhida com muito custo. São muitas as opções de estadia na Serra do Cipó e todas elas são muito caras por serem pousadas. A mais barata que encontramos (procurando na Internet), foi esta. E mesmo assim porque estava em promoção. Mas a escolha foi boa.

A pousada fica bem no meio da "cidade", perto do comércio e do lugar de apoio ao turista, além de estar mais ou menos no meio do caminho da Cachoeira Grande e do Véu da Noiva.

Ela é bem pequenininha e aconchegante. Devem ser uns 7 quartos razoavelmente grandes (maiores que muito quarto de hotel que já fiquei), sendo 5 um ao lado do outro e 2 separados, todos com banheiro próprio, frigobar e TV.


Clique pra ampliar. Atrás de mim fica a porta e a janela

O frigobar, pra falar a verdade, fica vazio. Mas como sou prevenido, levei muitas garrafinhas d'água e comida, para matar a fome em momentos de preguiça de sair de casa. Mas mesmo se não tivesse levado não teria problema, porque do outro lado da rua tem um minimercado.

A TV só pega 3 canais: globo, record e outro que esqueci. Mas não fas muita falta, porque você anda tanto durante o dia que na hora que chega em casa só quer dormir.

Um problema muito sério para quem quer acordar mais tarde é a janela. Ela é bem em frente à cama e, mesmo com a cortina fechada, a luz vai direto no seu olho. Mas como estava nublado, não tivemos muito problema.

O banheiro tem um tamanho razoável e o chuveiro não é nenhuma maravilha, mas dá pra tomar banho numa boa. O único problema é o papel higiênico, que é meio lixa. Mas não mata ninguém ao usar.



O café da manhã (sem fotos, pos ela estão no buraco negro do cyberespaço) é bem gostoso. Tem pão, queijo, presunto, bolo de cenoura, biscoito água-e-sal e umas rosquinhas de leite deliciosas. Tem pão de queijo também, mas eles são meio mão-de-vaca: só 3 por pessoa. E são daqueles pequenininhos.

Para beber, leite, café e suco. Mas o suco é beeeeeeem aguado. Parecia água suja de goiaba.

Tem estacionamento para todos os quartos (1 vaga para cada), bem em frente aos quartos. E para quem quiser aproveitar a noite até mais tarde o Seu Antônio dá a chave da porteira, que é fechada por volta das 9:30. Mas aí é só abrir e fechar depois.

A única coisa que recomendo fortemente que levem é repelente de mosquito, seja o de passar no corpo, seja o de colocar na tomada. Lá tem MUITO pernilongo e sem eles eu arrisco dizer que é impossível dormir. Nós levamos dos dois e não tivemos o menor problema.

Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

5 de nov. de 2008

Nananeira

Essa semana sofri um ataque de diarréia causado pou algo ainda não identificado. O fato é que o que quer que eu tenha comido na segunda devia estar podre, porque pra eu ter problemas intestinais o bagulho tem que estar muito velho e para eu ter que tomar DOIS imosecs o treco estava muito feio.

O pessoal da equipe ao lado da minha, curiosamente, também teve problemas. E descobri que eles comeram no mesmo lugar que eu na segunda, o A Granel do Pátio Savassi. Mas isso é uma mera coincidência, hehe.

Fato é que na terça (também conhecido como ontem), depois que levantei 3 vezes para ir ao banheiro durante a madrugada, o Véio perguntou se eu estava passando bem. Falei que estava com dor de barriga e ele me deu os remédios. fui trabalhar e guentei as pontas o dia inteiro, quase morrendo.

Voltei pra casa e, obviamente, fui ao banheiro. Quando saio o Véio pergunta: "Ainda tá de nananeira?". Falei que tinha melhorado, aí ele perguntou: "mas como estão as fezes?". Nessa hora parei de sentir dor para zuar: "pô, primeiro pergunta se eu estou de 'nananeira' e depois pergunta como estão as fezes? Pergunta direito. Ou é 'Está com diarréia e como estão as fezes' ou 'está de nananeira e como está a caquinha!'".

Ele fechou a cara e não me respondeu. Ainda bem que eu já tinha melhorado, hehe...

Bem Vindo à Serra do Cipó

Vai ser difícil fazer um Bem Vindo, porque são muitas atrações e cada uma merece um post em separado. E o espertão aqui esqueceu de tirar fotos da "cidade", o que daria um Bem Vindo pequeno mas legal... Mas vamos lá ver o que dá pra fazer...

A Serra do Cipó fica há mais ou menos 100 km de BH. O caminho é bem simples...quando se foi alguma vez pra lá. Ainda mais quando tudo o que você tem é um "mapa" escrito pelo dono da pousada, que vou reproduzir:

É o seguinte: Seguir sentido Confins, entrar a direita para Lagoa Santa, em Lagoa Santa atravessar a ponte do Rio das Velhas, seguir aprox. 50Km na estrada (Rodov. MG 10), atravessar a ponte do Hotel Veraneio, seguir em frente e entrar a 1ª rua a direita após a 1ª rotatória.

Obrigado e boa viagem!!!

Parece simples, né? Também achei. Simples demais. Aí comecei a procurar outras informações na internet e acabei achando a localização do lugar no Google Maps. Mandei traçar o caminho e...fudeu. Pelo mapa eu teria que virar em um monte de ruazinhas, fazer o maior ziguezague dentro de Lagoa Santa.

Em um outro lugar achei que "era só seguir as placas indicativas". Lotei o tanque de gasolina, caso me perdesse, e enfrentei a estrada. E ví que é quase tão simples como o "mapa" do cara da pousada. Ele só esqueceu de um pequeno detalhe, crucial, na verdade, de um momento que é necessário virar à esquerda. Mas a placa indicativa me salvou.

Pertinho da entrada da cidade tem um posto policial abandonado. Era sinal de que estávamos perto da civilização (ou o que quer que seja aquilo):


Pouco mais à frente tem a boa e velha plaquinha que eu sempre tento fotografar, mas raramente consigo. O curioso é que ela fica DEPOIS da tal ponte do Hotel Veraneio:


A ponte do hotel veraneio, que passa sobre um rio que acredito ser o Cipó


Bem Vindo à Serra do Cipó

Depois disso, andamos mais um pouco e nada de chegar a tal rotatória. Paramos para perguntar e ela estava uns 200 metros à frente. MUITA vergonha nessa hora (e sem foto para o pessoal).

E depois da rotatória tem a parte "cidade". É basicamente uma rua, de pista dupla, com casas e comércio em volta. O comércio é todo agrupado e forma umas vilas. Numa delas, tinha uma pseudo igreja, que deve ser só enfeite e uma estátua qualquer




E no fim da rua tem uma praça, com um coreto em construção:


Sentiu falta da igreja junto da praça, né? É porque ela fica em uma rua adjacente à principal. Não entendi porque ela estava fechado em pleno dia de finados, mas tudo bem.


Depois do coreto a pista dupla volta a ser uma apertadinha. E no caminho, muitas pousadas. Subindo a serra a gente consegue ter um visual muito legal da mata. O dia estava MUITO nublado, então as fotos não ficaram muito boas, mesmo com toda a destreza de Xuxu para tirar as fotos.

O legal é que tem vários minimirantes pelo caminho e dá pra parar e ficar admirando o local e tirando fotos. Ó só algumas que tiramos:




No caminho, paralela à duas curvas, tem umas pinguelas velhas que acreditamos terem sido feitas por escravos. No mapa tosco que tínhamos falava que, mais ou menos por ali teria uma tal de "trilha dos escravos". Na dúvida, paramos e tiramos fotos. Pelo que estava escrito, pelo menos é coisa velha.


Pinguela 1


Pinguela 2. Ao fundo, o Esparromóvel


Detalhes da Pinguela 2


Mais detalhes da Pinguela 2

Mais um pouco à frente tem uma Pedra do Elefante. O mais legal dessa pedra é que dependendo do ângulo da estrada você vê um elefante, um porco ou nada. Mas nas fotos só dá pra ver o elefante (na verdade não dá pra ver nada, mas tenha um pouco de imaginação e boa vontade).


Andando mais um pouco, mais ou menos no km 122 da MG-10, tem a entrada da cachoeira da Capivara, que dizem ser uma das mais bonitas do local. Além de estar frio pra cacete pra ir pra cachoeira, ainda demos azar dela estar interditada. Coisa do Ibama. Mas pelo menos conseguimos entrar no lugar e visitar a estátua do Juquinha.

Mano Juquinha era um cara da região que vendia, dava, emprestava flores pra galera. Pelo que euentendi o cara era querido por todos e, reza a lenda, que teme um peripaque, deram-o como morto e o irmão dele fez um caixão.

Botaram o cara dentro do pijama de madeira e no dia seguinte, antes do enterro (para sorte dele), ele acordou. E o irmão do Jucaman colocou o caixão embaixo da cama dele, onde ficou até que ele bateu as botas de verdade. Depois, em homenagem ao cara, fizeram esta estátua dele, que fica num lugar com vista privilegiada da serra.


O local onde fica a estátua


O Mano Juquinha


Placa explicativa

Fomos andando mais um pouco, em direção a uma coisa chamada "Velósias Gigantes" que existia no nosso mapa. Não sabíamos o que eram velósias, fomos andando na direção que o mapa apontava. Óbvio que não achamos o lugar e quase fomos parar em Diamantina.

Resolvemos voltar e, no caminho, achamos uma estradinha de terra que dava numa ribanceira. Da ribanceira dava pra ver uma cachoeira e isso foi o mais próximo que chegamos de uma queda d'água no sábado. Lá, tinha várias plantas feias, mas que também não sabíamos o nome e resolvemos chamar de pepalantus. Adivinha o que eram...Sim, velósias (descobri agora, no Oráculo).


Mais mato, agora de outro ponto


A única cachoeira que vimos no sábado


Velósias miniatura

De lá voltamos para o hotel para obter mais informações do que fazer, mas isso é assunto para outro post.

Ahá! Tava achando que eu esqueci dos fatos bizarros, né? Nã-não. Cada coisa divertida que eu vi por lá que merece aparecer por aqui.

Fazer amor num lugar deserto, com a emoção de não saber se vai aparecer alguém ou não, é a fantasia de muita gente. E parece que alguém teve esta idéia quando estava na estátua do Juquinha. Olha só o que eu achei no chão.


Já na nossa última parada vimos algumas coisas divertidas. Uma é essa bota aí embaixo, que estava jogada no meio do caminho. E só ela! O outro pé o cara deve ter usado (ou perdido) em outro lugar


Não sei o que é isso aí embaixo, deve ser parte da botina aí em cima. Mas segundo Xuxu é um portal para os extraterestres.


Lá também foi um lugar escolhido pelo pessoal para fazer uma farrinha. Ou isso ou tem algém fazendo magia negra por lá.


Ainda lá no morrinho: parece que alguém foi enterrado por lá. Talvez o dono da botina. Mas o cara não teve direito nem a uma cruz com 2 braços.


Em outro local, no meio do nada, tem essas três casinhas abandonadas...


Numa das pontes dos escravos flagrei um ato de vandalismo da minha querida amiga Raquel Camargo. Ó só:


Para finalizar: quando estávamos em busca das velósias gigantes vimos um caminhão transportando bois que estava claramente desbalanceado. Parece que todos os bois foram para o mesmo lado e qualquer curvinha mais fechada o caminhão virava. O motorista viu isso e resolveu dar um jeito, só que na porrada.