Essa praça aí fica bem em frente ao aeroporto. Não tem nada de mais, mas me lembrou muito o aeroporto da pampulha...
A cidade é razoavelmente grande (uns 300 mil habitantes. Cuiabá tem meio milhão), mas não consegui tirar fotos de lá (basicamente o mesmo problema da Selva: muito trabalho, pouco tempo). Essas duas aí tirei da janela do hotel.
Falando em Hotel, esse não era um Palace... Fiquei triste, hehehe... Mas era bacaninha (tirando o banheiro, que era triangular!). O chuveiro também deixou a desejar...
O Hotel tinha internet Wifi, mas era paga (15 ronaldos a diária). A placa, pelo menos, era style...
Vocês repararam na roupa de cama/cortina do quarto? Bem brega, né? Mas acho que é para combinar com as cores e estampas do local do café da manhã...
Mas nem se compara com a decoração dos andares...
Aquele índio lááááá no fundo é um quadro que está à venda. Custa apenas 800 ronaldos...
Uma coisa que achei muito legal foi o "controle remoto" do quarto. Ele fica na parede atrás da cama e dá para controlar tudo do quarto. O problema é que só dá para controlar de lá e quando você entra tem que ficar caminhando no escuro até achá-lo. Eu já tinha visto coisas desse tipo, mas não com controle de canal e volume da TV...
Em tempo: a chave era igual à do Verona Palace. E lá também tinha um "controle remoto" desses, mas sem troca de canal e volume.
Para finalizar a seção bizarrices, o cardápio do hotel. Reparem que ele ja´está lá há muito tempo e ninguém percebeu que "bagunça" (do x-baguncça) está escrito errado...
Aliás, foi a primeira vez que pedi "serviço de quarto". E me assustei, porque o cara tocou a CAMPAINHA do quarto para me entregar a bóia. Mais: pedi um sanduba que tinha filé. Achei que seriam pedaços de filé, mas foi um mega bife (que estava MUITO bom, por sinal)
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).