Escolhemos uns 4 ou 5 hotéis e comecei a ligar. Como nenhum deles tiva vagas para a data escolhida, fiz uma nova pesquisa e lá pela 7ª tentativa consegui achar um, o Natal Mar Hotel. Reservei logo, com medo de não achar nada. Pelas fotos, parecia ser um hotel bom, mas meio antigo, então fui mais ou menos tranquilo para lá.
Quando chegamos no hotel, quase 2 da matina, tinha um casal fazendo check in e fomos atendidos juntos com eles. O cara deu as informações do hotel, deu a chave de cada um e o mensageiro foi levar as malas do outro casal. Aí pegamos as nossas e fomos para o quarto. Como era no andar de baixo, procuramos um elevador. Não achamos e voltamos ao balcão para perguntar onde era. "Não tem", disse o cara. Aí fomos nós descermos escadas carregando as malas (a de Xuxu tinha 14 kg).
Entramos no quarto ele estava com um cheiro muito estranho, inclusive com cheiro de mofo muito forte. Ligamos o ar-condicionado e saiu uma nuvem de pó do aparelho, indicando que o filtro nunca tinha sido limpo. Aí reparei nos móveis e vi que realmente eram velhos. E o quarto não era dos maiores, olha só:
.jpg)
.jpg)
Aí coloquei a mala no chão, troquei de roupa e fui deitar. Puxei o edredom e fiquei parado uns 2 minutos, não acreditando no que eu estava vendo. A suposta cama de casal eram duas camas de solteiro juntas. E não se deram o trabalho nem de trocar o lençol para deixar as duas camas juntas: cada cama tinha lá o seu lençol de solteiro.
Aí enquanto eu estava lá olhando para a cama sem acreditar, Xuxu me chamou no banheiro. O banheiro é bem pequeno e definitivamente não foi projetado, porque o porta-toalhas fica DENTRO do box. Box este que não tem porta e sim aqueles panos. E o pano ainda estava furado. A torneira estava pingando e não parava nem por decreto.
.jpg)
.jpg)
Mas não foi por isso que Xuxu tinha me chamado. Ela apontou para dentro do box e falou "tem uma barata morta". Eu cheguei a tirar foto, mas não achei. Aí fiquei muito puto, mas já era muito tarde e resolvi reclamar no dia seguinte.
Acordamos, fomos tomar café da manhã (bem fraco, por sinal, e no último dia o leite estava azedo) e na saída reclamos da barata. O cara do hotel simplesmente disse "Vexe Maria! Uma barata morta?" e mais nada. Nenhum pedido de desculpas, um presente, um desconto, nada. Só falou que ia mandar alguém limpar imediatamente. O imediatamente deles demorou uns 10 minutos...
Aí resolvemos aproveitar para conhecer o hotel. Todas as fotos que a gente viu eram verdade: por fora, o hotel é muito foda. Uma piscina grande, com bar molhado, uma para criança e uma com hidromassagem. MUITO bacana:
.jpg)
Além disso, o hotel estava na beira da praia, com acesso via escadinha e tinha umas espreguiçadeiras para ficar curtindo o visual:
Também tinha um salão de jogos, sala de ginástica é sauna. Esses dois últimos só abriam 5 da tarde, aí não consegui tirar fotos.

E para os que não levam computador pra praia, tinha uma sala com computador, mas é pago. A rede sem fio vai a todos os quartos e é de graça. Pareceu ser bem boa.
Uma outra coisa boa do hotel é a localização. É na Ponta Negra, perto de shopping, de restaurantes e do centro de artesanato. Dá pra ir a pé tranquilo.
Tinha tudo para ser um hotel bacana, mas o quarto realmente me deixou muito puto. Puto e malzaço de alergia à poeira, mofo, etc. Fiquei uma semana quase morrendo...
Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).









































