13 de mai. de 2009

Museu de História Natural - PUC Minas

Logo no início do nosso namoro, Xuxu e eu fizemos uma lista com vários lugares que visitaríamos nos dias em que eu estivesse em BH (na época, eu estava preparando para ir para BSB). Lógico que não fizemos nem metade do que havíamos programado, mas aos poucos estamos visitando os lugares (e mutos deles viram posts aqui). Aproveitamos o último feriado e fomos no Museu de História Natural da PUC.

O museu fica no campus do Coração Eucarístico e, por incrível que pareça, é fácil chegar, porque é bem sinalizado. Tem placas pra tudo quanto é lado nas principais vias de acesso ao local. Tem estacionamento (grátis) e a entrada é 4 ronaldos por pessoa (não sei se estudante paga meia). O espaço é bem grande, mas fiquei um pouco decepcionado, pois o prédio passa a impressão de ser maior. São 3 andares que serão explorados a seguir...

1º Andar

Logo que entramos no museu tem um auditório com uma exposição sobre Darwin. Tem as já batidas comparações de bicos de passarinho, adaptadas para a comida disponível no local...


...a evolução dos crânios de seres humanos (e alguns macacos)...


...e comparação dos crânios de diversos tipos de macacos...


...mas o legal mesmo são os bonecos mostrando a evolução humana:






Depois desta primeira sala tem um salão com os ossos de grande dinossauros (só conhecia o pterodátilo)...
















Esse aí era o excluído da turma, por ter braços pequenos e 2 rabos

...alguns "bicos" de alguns dinos voadores...




Esse aí era usado como filtro pelos Flintstones

Tem também a cabeça do maior jacaré já encontrado no mundo. O bicho inteiro tinha 18 metros e foi encontrado no Acre. Mas como o Acre não existe, obviamente tudo não passa de uma grande mentira. A foto tá uma porcaria porque a lâmpada tava queimada. Aliás, encontrei várias assim no museu, o que é uma pena.


Segundo Andar

Já no segundo andar é uma homenagem ao Peter Lund, que desbravou Lagoa Santa e encontrou a ossada humana mais antiga das américas (acho). Olha a réplica do escritório dele (mais uma lâmpada queimada)...


...a cruz usada no seu sepultamento...


...o crânio da Luzia (a tal ossada encontrada)...


...e uma proposição de como seria a cara dela (a foto ficou uma bosta)...


Tem também um monte de ossadas diversas, um pouco mais novas que os dinos, mas ainda antigas.


















Tatu antigo e tatu préhistórico, com um tacape na cauda




...Tigre dente de sabre...


...Mamute Dick Vigarista (olha o queixo da segunda foto)...




E uma penca de coisas sobre a preguiça gigante (a segunda foto tem mais uma Lâmpada queimada)








Tem também duas exposições que, lógico, estavam fechadas para reforma. Uma é animais do cerrado e a outra é cavernas. SEMPRE que eu vou a um museu com Xuxu tem uma parte fechada, impressionante... Ó a da Cavernas:


Terceiro Andar

O terceiro andar é destinado aos animais atuais e a vida marinha. Dos animais atuais tem a ossada (de verdade verdadeira) de um casal de elefantes que viveu no zoológico de BH (na frente o macho, ao fundo e na segunda foto a fêmea)...




...um rinocerante...


E um monte de bichos que vive na água...










Alguns ossos. O primeiro é de um animal dos primórdios da vida marinha. O resto é baleia, boto, tubarão e outros que não lembro...






E pra finalizar, conchas, moluscos, gastrópodes, bivalves e tudo mais que você aprende em Biologia...





Pra fechar com chave de ouro, as bizarrices, óbvio. Do lado de fora, no primeiro andar, uma montagem que não sei bem o que quis representar. Repare que, na camada mais acima, tem um pente de memória:


E na parte das coisas marinhas, um arranjo não muito feliz. Não sei o que era pra ser, mas ficou parecendo a corrida pela vida, de dois espermatozóides indo em direção ao óvulo...



Atenção: o texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do "animus narrandi", protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF). (obrigado, Lu Monte, pela ajuda jurídica).

12 de mai. de 2009

Dia de Engenheiro

Acordei 5:30 da manhã e fui tomar banho. Saí do banho e, antes de colocar a meia, cortei 10 pedaços de esparadrapo, estrategicamente colocadas no calcanhar e dedão do pé. Depois, veio a meia e a botina. Botina essa que não usava desde que meus dias na Megalópole terminaram, há mais de 2 anos. Mas que ainda machuca meu pé.

Fui para o cliente e, logo que cheguei, coloquei na cebeça o capacete, óculos e protetor auricular. Estes também não eram utilizados desde dezembro que 2006 (e não me davam saudade nenhuma). Catei a trena, um caderno e fui em direção aos equipamentos. Anda prum lado, mede equipamento, anda pro outro lado, mede a distância, sobe escada, desce escada, pula cano de ar comprimido, abaixa pra passar por fiação, estica trena, recolhe trena...

E nisso os esparadrapos resolvem sair do lugar e uma bolha tem seu ciclo de vida completo em 4 horas: nasceu, cresceu, reproduziu (nasceram outras em volta) e morreu (estourou). Uma delícia.

Volto para a sala para deixar os EPIs. Tiro o capacete e meu cabelo (que está ligeiramente grande) fica completamente bagunçado. Mas ridículamente bagunçado. E só percebo isso quando vou ao banheiro lavar o rosto e as mãos, para almoçar, depois de ter encontrado meia empresa. Vergonha pouca é bobagem.

Na hora do almoço, bandeijão da empresa. O cardápio: dobradinha e hamburger. Por sorte gosto dos dois, logo meu prato fica aquela montanha. Ao voltar para a sala decidi que só volto a fazer isso ano que vem.

11 de mai. de 2009

Paulado no exame de sangue

Essa semana, entre as milhões de coisas feitas no trabalho, arrumei um tempo para fazer exame de sangue. Acordei cedo e fui para a fila do laboratório. 44 minutos depois de pegar a senha, fui atendido. 1 minuto depois disso já estava saindo do laboratório. Não, não era público. Era ineficiência das atendentes/cadastradoras mesmo.

O exame saiu 2 dias depois e vi que a minha situação não está boa. Não está crítica como a do Primo (aliás, o que você come pra ter o colesterol tão alto??), mas não posso mais me dar ao luxo de comer carne todo dia. Estou no limite do "ótimo" na glicose e com o colesterol já no "aceitável".

E como medidas para baixar todos estes indicadores, o Véio me passou algumas recomendações: não comer nada que não seja fruta ou leite a noite e comer peixe pelo menos duas vezes por semana no almoço. Além das óbvias: não comer frituras, doces e carnes com gordura.

Para ajudar a combater o mal, finalmente consegui começar as aulas de boxe na minha empresa. Acho que não vou aguentar muito tempo (meu calcanhar tá todo fodido), mas pelo menos estou fazendo a minha parte.

Vamos ver se agora eu consigo perder algum peso...